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A religião

Você já ouviu falar na mutilação genital feminina? É um tipo de incisão, na qual algumas partes do órgão genital feminino são extraídas para que a mulher não sinta prazer nas relações sexuais.

Acredita-se que essa prática ainda exista devido à influência de crenças em ancestrais. Mas, de acordo com estudos, a razão predominante para este procedimento é a religião. Esse método justifica-se por vários motivos que, em minha opinião, por nada neste mundo justifica tal brutalidade:

1 – preservar a virgindade da mulher até o casamento;

2 – proteger a honra da família;

3 – tornar a futura esposa mais dócil e menos propensa à promiscuidade, apesar de reduzir seu desejo sexual;

4 – aumentar o prazer do homem;

5 – evitar que as jovens sejam rejeitadas como esposas, caso não sejam circuncidadas; enfim.

Poderia enumerar uma lista, mas nada, como já disse, justifica tal ato.

A religião atrai as pessoas, sem que elas percebam, para infiltrar em suas mentes pensamentos totalmente contrários ao que Deus ensina, fazendo, assim, com que sejam cauterizadas em seus entendimentos.

É isso o que o apego à religiosidade faz: tira a visão espiritual das pessoas. Justamente aquilo que as faria pensar acaba sendo retirado pela religião.

Não foi à toa que até um dos maiores filósofos do mundo, Karl Marx, classificou a religião como sendo o "ópio do mundo". O ópio é um narcótico. E, como todos nós sabemos a função de todo narcótico (droga) é entorpecer.

O espírito da religiosidade faz assim. Retira das pessoas o senso crítico para que, após estarem entorpecidas e alienadas, injetem em seus intelectos suas falsas intenções. É por este motivo que temas como aborto e homossexualismo, por exemplo, insistem em ser considerados tabus pela religião. Não deveria ser assim. Acredito que o mundo seria bem menos hipócrita se as pessoas agissem como pensam, de verdade.

Pense nisto: se tivermos que tomar cuidado com alguma coisa, que seja com esse espírito enganador da religiosidade. E, além disso, que possamos ter o cuidado de guardar a nossa fé, que é a única capaz de nos manter com os olhos espirituais sempre abertos.

Mas, isso só irá acontecer se essa fé for à inteligente!

Um grande abraço!

Jurandir



Nosso corpo diz muito sobre nós

Em processos seletivos, é importante não esquecer que os movimentos podem ser grandes aliados para transmitir a mensagem desejada.

Em uma dinâmica de grupo, o nosso corpo pode demonstrar características marcantes de personalidade, que são facilmente observadas pelos selecionadores. Esses profissionais são treinados para ler tais sinais, gestos que passam despercebidos pelos candidatos, que não se dão conta do quanto essas coisas podem ser prejudiciais.

A linguagem não verbal causa mais impacto do que as pessoas imaginam. Nossos movimentos corporais são responsáveis por 55% de nossa comunicação, enquanto o tom da voz corresponde a 38% e as palavras 7%.

“Dessa maneira, a preocupação com o modo de se portar deve ser constante. Em um processo seletivo, analisamos o pretendente à vaga a partir da união de sua fala e de como ele se comporta”, explica Carolina Lima Pereira Dias, colaboradora de recrutamento e seleção do Nube – empresa de recrutamento e seleção.

Ela afirma que não é incomum ver os estudantes se preocuparem demais com o discurso e se esquecerem de suas atitudes físicas. “Evite cometer esse erro. Pesquisar sobre etiqueta corporativa ou como se portar em uma entrevista de emprego é fundamental para determinadas ‘gafes’ não ocorrerem”, ressalta Carolina.

Para isso, na hora da seleção é importante não esquecer que os movimentos podem ser grandes aliados na transmissão da mensagem desejada. “As gesticulações dizem muito sobre a personalidade. De tal modo, quem conseguir lidar de forma racional com elas, com certeza estará mais preparado”, destaca a especialista.

Veja algumas definições sobre nossos gestos:

– As mãos: aperto frouxo pode demonstrar medo de envolvimento. Na hora de cumprimentar prefira ser firme, pois dessa forma mostrará não ter nenhum tipo de restrição. Ao decorrer da avaliação não as deixe no bolso, isso pode causar má impressão;

– Os pés: se estiverem voltados ao facilitador é capaz de indicar interesse por ele. Se posicionados para a porta, poderá parecer vontade de ir em direção a ela;

– Os braços: é preferível mantê-los soltos e não há problemas em gesticular de vez em quando. Não é aconselhável colocá-los para trás;

– Os cotovelos: caso os ponha apoiados, parecerá estar se sentindo invadida. Procure conservá-los esticados;

– Os cabelos: puxá-los remete a sua busca por alguma ideia.

Casamento por um fio

"Com diálogo e pequenas mudanças de comportamento dá para recuperar o relacionamento", diz psicólogo.

Quem está solteiro quer casar. E muitos casados, que um dia tiveram a solidão como companhia, cogitam a separação. Se o seu casamento está sem graça e até mesmo por um fio, será que dá para recuperar a relação?

Na visão do psicólogo Alexandre Bez, especialista em relacionamentos, é possível recuperar o casamento que muitas pessoas acham que já deu o que tinha que dar. “Se o casal estiver pré-disposto a recuperá-lo é possível sim, através do diálogo e pequenas mudanças no comportamento,” diz.

Há poucos dias, a recepcionista Tatiana (que prefere não divulgar o sobrenome), de 26 anos, casada há 7 e mãe de um menino de 5, relatava estar vivendo o que vivem muitos casais. “Penso em me separar sim. Meu casamento acabou. Não tem mais graça, química, e a gente não se entende mais”. Ao ser questionada sobre qual seria a real motivação para colocar o ponto final em sua história, ela não teve uma resposta plausível. “Na verdade ele é uma boa pessoa. Mas, coisas do dia a dia, como não ajudar nos serviços domésticos, uma resposta num tom mais agressivo, tudo isso me deixa chateada”, disse.

Assim como ela, muitas pessoas se escondem atrás de motivos tolos para acabar com um relacionamento. E já que nenhum casamento acaba da noite para o dia, o que os casais devem observar para que a relação não desça pelo ralo? “Em 90% dos casos, a culpa do divórcio é das duas pessoas envolvidas e não de apenas de uma das partes. A pessoa deve estar atenta às pequenas mudanças nas atitudes do companheiro (a), e o diálogo é essencial para manter o casamento saudável”, salienta o psicólogo.

Do outro lado da história está o marido de Tatiana, que prefere não se identificar: “Eu não casei para me separar. Me apaixonei pelo jeito carinhoso dela, a alegria de viver. Mas ultimamente ela não sorri mais, está sempre nervosa e eu me pergunto onde está aquela mulher maravilhosa que não me fez pensar em mais nada, do que passar o resto de minha vida ao lado dela?”

“No início da conquista, quando estão se conhecendo, ambos mostram o melhor de si, mas depois esquecem disso”, diz Bez. Os fatores mais comuns que culminam no fim do casamento, segundo ele, são fatos corriqueiros. “Começa com pequenas coisas e a falta de respeito está no topo da lista. Além disso, as mentiras, o mau comportamento, agressões verbais, que às vezes migram para agressões físicas, e a traição, são os fatores mais comuns, que certamente acabam com qualquer relacionamento”.

“Normal é ser feliz”

A secretária F., casada pela segunda vez tem outro olhar para as relações. “Sofri muito no meu primeiro casamento e após a separação fiquei 11 anos sozinha. Primeiro me recuperando, depois, tentando encontrar uma pessoa legal”. A procura teve um fim quando, há 7 anos, ela encontrou o atual marido. “No início é aquela paixão, aquele mel, depois parece que tudo começa a cair na rotina”. Segundo F., chegou uma hora em que ela desejou estar solteira novamente, mas acordou antes. “Era a segunda oportunidade que eu tinha e não podia fracassar”. A secretária então conversou com o marido e juntos decidiram salvar o relacionamento.

“Adotamos alguns segredinhos, como surpreender o outro e voltar a ser como namorados, a valorizar a relação, o companheirismo, a cumplicidade. Muitos casais se baseiam apenas na parte sexual, mas a vida fora da cama também é muito importante”, ressalta.

Na concepção de F., as pessoas acham mais fácil se separar do que batalhar para salvar o casamento. “Muitos dizem que é normal se separar. Normal é ser feliz. E para quem está passando por problemas conjugais eu aconselho a mudar. Eu mudei, meu marido mudou. Ele tem defeitos, mas também tem muitas qualidades, e prefiro olhar para elas”.

Na opinião de Bez, no início dos relacionamentos as qualidades da pessoa amada são elogiadas, mas, na medida em que o tempo passa, o que fica em destaque são os defeitos. “Exacerbar os erros do companheiro tendo como base o desejo de irritar a pessoa, só acelera a deteriorização da relação. Por isso, aconselho a destacar as qualidades da pessoa amada sempre”, diz o psicólogo.

Acomodação

Um dos grandes problemas dos casais é a acomodação. “Seja por causa do trabalho, dos filhos ou qualquer outro motivo, a pessoa já não dá a importância necessária para a relação. A rotina desgasta qualquer casamento. A dica é utilizar a criatividade e bolar surpresas ou situações que saiam do cotidiano. Não é necessário que seja nada muito elaborado, mas mesmo pequenas atitudes são essenciais para manter a chama do casamento acesa”, ressalta Bez.

Foi o que fizeram Tatiana e o marido, os personagens do início de nossa reportagem. Eles decidiram conversar com um pastor e pedir orientação. O primeiro passo foi fazer uma viagem em família. “Parei para pensar, estou buscando salvar o meu casamento e estou vendo tudo com outros olhos após a orientação que recebi. Tenho certeza de que tudo vai dar certo. Estou fazendo a minha parte e meu marido a dele. Creio que a nossa história terá um final feliz. Já houve uma mudança em nossa vida”, revela a recepcionista.

Ela conseguiu reconstruir o casamento

Há alguns meses, na matéria “Como superar um divórcio”, a empresária Maria de Lurdes, de 54 anos, nos deu o relato emocionante de como lutou pelo seu casamento, o que foi extremamente importante para muitas pessoas. Por isso, fomos saber como está o casamento dela hoje, meses após ter adotado algumas estratégias para salvá-lo.

“A melhor coisa que me aconteceu foi eu ter persistido e lutado pelo meu casamento. Estou mais feliz e mais apaixonada hoje do que antes, e espero ter ajudado muitas pessoas a pensarem um pouco antes de optar pelo fim de uma história. É possível reconstruir um casamento e é possível ser feliz, pois eu estou sendo”, enfatiza a empresária.

Maria de Lurdes estava casada havia quase 30 anos, com dois filhos adultos, e, embora não estivesse divorciada no papel, ela e o marido estavam separados e morando na mesma casa como desconhecidos. Ela fora aconselhada por amigas a pedir o divórcio, mas resolveu buscar ajuda espiritual e agiu de outra forma. A estratégia deu certo e uma parte do texto que emociona é quando ela diz: “É visível o brilho no meu olhar, a minha alegria e a felicidade de ter ‘reencontrado’ o homem que sempre amei. Amigas dizem que rejuvenesci, perguntam se fiz cirurgia plástica ou que creme de beleza estou usando. Respondo que fiz uma cirurgia sim, tenho um novo coração e uso um creme chamado amor com pitadas de sabedoria.”

Dicas
O psicólogo Alexandre Bez fala sobre o que é possível fazer para salvar o relacionamento:

1- Observar a relação e o nível de desgaste em que ela se encontra;

2- Levantar as possíveis razões que causaram a situação;

3- Reconhecer os erros e elaborar um “plano” visando a recuperação do casamento. Exemplo: pequenas mudanças de comportamento;

4- Cuidado com a rotina. Fuja dela sempre que possível.

Quem nunca sentiu ciúmes?

Psiquiatra fala sobre os tipos de ciúme e os fatores mais comuns que desencadeiam este sentimento.
Quem nunca sentiu ciúme de um namorado, amigo, familiar, objeto? É um sentimento que faz parte da nossa vida. Mas, existe um limite para este sentimento? Quando ele deixa de ser normal? Para responder essas e outras questões, o Portal Arca Universal entrevistou o professor e psiquiatra Geraldo Ballone, criador do site www.psiqweb.med.br e autor dos livros “Histórias de Ciúme Patológico e Da Emoção à Lesão” e “Psiquiatria e Psicopatologia Básicas”.

Por que sentimos ciúmes?

O sentimento de ciúme é natural no ser humano e em alguns animais, portanto, podemos dizer que o ciúme é um sentimento fisiológico e normal. Como acontece em tantos outros sentimentos, não existe uma explicação neurofisiológica relacionada ao ciúme.

Quais os tipos de ciúmes e as diferenças entre eles?

Temos três tipos de ciúme: normal, patológico e exagerado. O ciúme normal é um sentimento sadio e se relaciona ao cuidado e zelo para com algum objeto de ligação afetiva (algo ou alguém que mobiliza o afeto do sujeito, seja um animal doméstico, um amigo, irmão, pais e, finalmente, a pessoa amada). Este ciúme é protetor e não causa sofrimento, não é possessivo. O ciúme fica mais evidente quando o sujeito sente a ameaça de deixar de ser o principal interesse do outro.

O ciúme patológico não é apenas uma variação na quantidade do ciúme normal, mas também, e sobretudo, uma variação na qualidade desse sentimento. O ciúme patológico é aquele que causa sofrimento, tanto na pessoa ciumenta, quanto na pessoa objeto do ciúme. Trata-se de um sentimento desproporcional causado, desencadeado e agravado por situações irreais, fantasiosas e, nos casos mais graves, delirantes. O ciúme patológico é de autoria e responsabilidade exclusiva das pessoas ciumentas. Nasce e cresce nelas, e não é, como elas dizem, provocado pelas circunstâncias. As circunstâncias é que são deformadas pelo sentimento doentio do ciúme.

É importante não confundir ciúme patológico com ciúme exagerado. No ciúme exagerado existe apenas uma variação na quantidade do sentimento e não em sua qualidade. O ciúme exagerado também pode causar sofrimento, mas não obrigatoriamente. Nesse caso, o ciumento sofre mais do que a pessoa objeto do ciúme. Isso acontece, na maioria das vezes, quando existe autoestima baixa, insegurança, depressão, falta de autoconfiança.

Quando ciúme pode se tornar doentio?

Em geral o ciúme patológico faz parte de um conjunto de traços da personalidade. Esse sentimento não aparece como sintoma isolado em uma pessoa absolutamente normal. Habitualmente encontramos na pessoa ciumenta outras características não-normais. Isso não quer dizer que todos ciumentos têm a mesma personalidade, mas sim que podemos encontrar ciúme patológico em vários tipos problemáticos de personalidade, como, por exemplo, nas pessoas com traços paranoides, impulsivos, chamados borderline, e assim por diante.

Como amenizar o ciúme?

Em se tratando de ciúme exagerado, existe tratamento, felizmente. O tratamento, via de regra, se faz com psicoterapia, geralmente do tipo cognitivo-comportamental, e farmacoterapia, em geral com antidepressivos. O objetivo do tratamento é normalizar a autoestima e a autoconfiança. Os resultados são excelentes. Os casos graves de ciúme patológico, infelizmente, são de difícil tratamento. É mais difícil ainda porque o paciente quase sempre não se reconhece como doente, uma vez que ele pode funcionar muito bem nas demais áreas da atividade humana (raciocínio, memória, inteligência, capacidade profissional, etc.). Aqui, a psicoterapia tem um impacto menor como tratamento, e os medicamentos mais úteis podem ter resultados variáveis, desde satisfatórios até mais acanhados.

Quem é mais ciumento, o homem ou a mulher? Existe diferença na forma como homens e mulheres sentem ciúmes?

Apesar de o ciúme ser um sentimento igualmente distribuído entre os seres humanos, antigamente o ciúme masculino era visto como uma espécie de “fraqueza”. Dessa forma, os homens ciumentos, com ciúme normal ou mesmo exagerado, escondiam esse sentimento ou dissimulavam através de outros comportamentos, como, por exemplo, excesso de opressão, implicância, rispidez, agressividade. Hoje em dia, o constrangimento machista tem diminuído sensivelmente e esses casos aparecem praticamente com igual proporção e com os mesmos sintomas entre homens e mulheres.

Quais os fatores mais comuns que desencadeiam o ciúme?

Não podemos esquecer que os sentimentos, inclusive o ciúme, são sempre de autoria da pessoa que os sentem, assim, as causas de ciúme normal ou exagerado estão na pessoa ciumenta. A autoestima baixa é a principal razão nesses dois tipos de ciúme. Isso pode desencadear crises. No ciúme patológico, a problemática psíquica mais complexa é a responsável e, para pessoas normais, as crises de ciúme parecem ser desencadeadas do nada.

Que conselho deixa para quem é ciumento?

Para quem é ciumento o melhor conselho é ter a humildade de aceitar que tem este problema e querer se tratar para melhorar a qualidade de vida própria e das pessoas que ama. Para as pessoas que sofrem com o ciúme de outro, o melhor conselho é a determinação de exigir que o ciumento se trate. Não é justo, não é lícito e não é moralmente aceitável que alguém promova a infelicidade e o sofrimento do outro.

Há algo que queira acrescentar sobre o tema?

Um esclarecimento importantíssimo é a correção do grande mito sobre o ciúme ser consequência do amor. Muita gente tenta justificar as atitudes insensatas dizendo ter agido assim por amor. O amor é um sentimento maravilhoso e caracterizado, principalmente, por desprendimento, compreensão, carinho e uma profunda vocação para fazer o bem à pessoa amada. O ciúme, por outro lado, pode proporcionar o mal, pode escravizar, aprisionar, oprimir, tolher a liberdade, ferir moral e fisicamente e muitas outras coisas ruins. O ciúme não depende das circunstâncias ou, se depende, é minimamente. Isso quer dizer que não é a outra pessoa que desperta o ciúme, mas sim a pessoa ciumenta é que o sente, por sua conta. O ciúme depende, quase que exclusivamente, da cabeça do ciumento. Ele é de sua autoria e inteira responsabilidade.

Últimos dias!!! A tribulação

Até aqui a profecia focaliza sinais do princípio das dores. Se considerarmos essas dores como pequenas tribulações, entenderemos melhor o que vem a ser a Grande Tribulação.

E no caso de alguém estar enfrentando algum tipo de luta por causa da sua fé cristã, fique claro que suas tribulações são apenas resquícios do princípio das dores.

O apóstolo Paulo chama isto de “leve e momentânea tribulação”: “porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação”. (2Coríntios 4.17)

Todas as tribulações enfrentadas pelos nascidos de Deus até hoje dizem respeito apenas ao primeiro estágio cristão. São leves e momentâneas, apesar de terem aparência de pesadas e eternas.

Os assuntos que têm ocupado espaço na mídia são: armas químicas e biológicas; o terrorismo com bandeira religiosa; fome; pestes; doenças; terremotos; maremotos; injustiças sociais; iniqüidades e desamor.

Tudo isso são ingredientes para a humanidade sentir na pele apenas o princípio das dores, as quais precederão a grande Tribulação. É o segundo estágio da Vinda do Senhor Jesus.

Os que conseguirem sobreviver e ultrapassar este segundo estágio, profundamente doloroso, serão testemunhas do próximo e derradeiro estágio.

Nas palavras do Senhor Jesus se percebe claramente a intensidade da dor pela qual toda a humanidade passará: “porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24.21)

Nem o desespero causado pelo dilúvio foi comparado ao calor da tortura que desabará sobre a face da Terra. Já anteriormente o Senhor preveniu: “...vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer...” (Mateus 24.6)

Últimos dias!!! As mulheres

Tamanha será a intensidade do sofrimento, que nem mesmo as mulheres grávidas e os recém-nascidos escaparão.

O Senhor chega a ponto de exclamar:
“Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mateus 24.19).

Ela estava sentindo na pele os sofrimentos pelos quais passam os seres humanos; afinal de contas, Ele era Deus encarnado. Sabia perfeitamente o sentido da dor física e espiritual humanas.

E quando Ele exprime a palavra “ai”, não está dando nenhuma conotação exagerada, pois aqueles dias serão marcados por gritos de dor.

Já na profecia apocalíptica, o apóstolo João relata com mais detalhes o que está reservado para a humanidade nos dias da Grande Tribulação .ele viu uma águia voando pelo meio do céu ,que dizia em grande voz: “...Ai! Ai! Ai! Dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!” (Apocalipse 8.13)

Observa-se que a resumida expressão profética do Senhor Jesus, “ai”, aparece multiplicada três vezes na profecia de João, pois Ele, agora glorificado, revela com maiores detalhes, por intermédio do apóstolo, o que estava dizendo em relação Às dores reservadas para os povos da Terra.

A expressão “ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem” dá uma idéia mais fúnebre do futuro breve, pois até as funções naturais da vida, que visam à garantia da continuação da espécie humana, servirão de obstáculos e serão motivos de pavor.

A referência certamente aponta para um período de fuga desesperada. Aliás, essa idéia de fuga alucinada é fortalecida em outros versos, caracterizando o contexto da Grande Tribulação. Mas como se identificará o seu início?

Bem, estes dias ainda nem chegaram e já se sente insegurança e medo, motivados pelos crescentes atos de terrorismo, mesmo em países do chamado Primeiro Mundo. Imagine então o ambiente mundial quando tais dias chegarem...

Creio que a expressão medonha desse “ai” seja um alerta significativo para a presente geração, especialmente para aqueles que planejam ter filhos. Se eu fosse contrair matrimônio hoje, sabendo da dor que está por detrás desse “ai” profético, jamais iria trazer filhos ao mundo!

O Senhor Jesus continua:
“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24.20-21).

A oração para que a fuga não se dê no inverno indica as dificuldades climáticas naquelas circunstâncias.

Alguém fugindo desesperadamente não tem tempo de voltar do campo para se agasalhar.

Numa fuga assim, não há tempo para juntar agasalhos e fazer malas. E como sobreviver n ófrio, sem abrigo? Além disso, as noites no inverno são prolongadas e muito mais frias. Portanto, a fuga no inverno somaria mais dor aos fugitivos naqueles dias.

Com respeito ao sábado, provavelmente se refere aos cristãos oriundos do judaísmo .Quando se convertiam a Jesus, os judeus naquela época mantinham entre seus costumes a guarda do sábado.

Assim sendo, em dia de sábado só podiam se afastar de suas casas menos de dois quilômetros. E como fugir nessas circunstâncias? Impossível!

O período da Grande Tribulação será o mesmo período da aliança com Israel: sete anos. Ao final dos primeiros três anos e meio, o anticristo romperá a aliança com Israel e se tornará governante mundial.

Então vai se declarar deus, profanar o Templo de Jerusalém, proibir a adoração ao Deus de Abraão e assolar Israel. Obviamente o período do anticristo será marcado pelo ódio satânico contra aqueles que não lhe pertencem.

É claro que, a essa altura, a Igreja do Senhor Jesus já terá sido arrebatada, pois o seu arrebatamento acontecerá antes do período infernal de sete anos. O que não significa o desaparecimento de cristãos de nome, nascidos da carne. Estes estão na condição das cinco virgens néscias: têm a lâmpada, isto é, o conhecimento do Senhor Jesus, mas não têm o Espírito Santo. O compromisso com o Senhor é apenas formal,às vezes por uma questão de tradição.

Vivem no pecado porque conservam a natureza pecaminosa. São então considerados como mornos ou frios. Com o arrebatamento, esse tipo de cristão será deixado para viver o período da Grande Tribulação. Durante esse período, muitos deles realmente se converterão e serão salvos. Mas terão de passar pelo batismo de fogo.

Solidão

Que sentimento é esse?

Embora estejamos conectados o tempo inteiro, ligados 24 horas à tecnologia, falando com milhares de pessoas ao redor do mundo, chega uma hora em que nos sentimos sozinhos, desamparados. É a solidão. Mas que sentimento é esse que se apossa sorrateiramente do coração, deixando o mundo acinzentado e sem nenhuma premissa de esperança?

“A solidão é um sentimento que nos remete ao ato se sentir e perceber só, independentemente de quantas pessoas nos cercam e de quais funções e importância elas constituam em nossa vida”, diz Alexandre Bez, psicólogo especializado em Relacionamento pela Universidade de Miami, na Flórida, Estados Unidos.

Ele diz que embora todos nós nos sintamos sozinhos de vez em quando, em algumas pessoas essa característica pode ser mais forte. “Há pessoas que podem apresentar a característica de depressão em sua personalidade, de tristeza, de insatisfação pessoal em seu interior, direcionando-se ao isolamento, porque já constitui a solidão como um traço de seu temperamento. A pessoa até sente vontade e um certo desejo de sair dessa solidão , mas não tem condições emocionais para isso”, acrescenta.

Muitos associam a solidão a fatores externos, mas, ela é desencadeada por outros sentimentos negativos, na visão do especialista: “Muitas pessoas associam a solidão ao fato de não ter um relacionamento afetivo, mas esse sentimento acomete pessoas de todos os estados civis e idade. É um vazio e há que buscar a cura, pois a solidão, assim como uma enorme gama de sentimentos, parte de dentro para fora e não ao contrário. Por isso, é inútil procurar nas pessoas um antídoto para ele. Pois quanto mais buscarmos nas pessoas que preencham esse vazio, mais só ficaremos, pois é um processo psicoemocional.”

Como amenizar o problema?

Na visão do psicólogo, em primeiro lugar é preciso descobrir a causa da solidão. “Se é medo, desilusão, timidez, comportamento introvertido, entre outros. Descobrindo essa causa, ficará mais fácil o tratamento. Quanto mais forte emocionalmente e preparado psicologicamente, o individuo for, menos ele sofrerá com os efeitos da solidão conseguindo administrá-los e praticamente ignorá-los, sem ter que tentar preencher esse espaço vazio com pessoas ou objetos.”

“Não sei mais o que é esse sentimento”

A estudante Cleide Sales soube bem o que é solidão. “Desde pequena tive problemas familiares. Meus pais se separaram quando eu tinha 12 anos de idade. Minha mãe trabalhava fora e eu ficava sozinha em casa tomando conta do meu irmão, que na época era um bebê. Como eu era muito nova e com muitas responsabilidades, fui me tornando introspectiva e isso desencadeou um sentimento de solidão. À medida em que eu ia crescendo, essa solidão só aumentava. Tornei-me uma pessoa independente, comecei a trabalhar, mas cada vez mais me tornava dependente desse vazio que havia em meu peito, que era constante em minha vida. Sentia falta de amigos, família, achava que a minha mãe não tinha tempo para mim. Eu chorava muito e perguntava para Deus por que eu me sentia tão só? O que faltava em minha vida? De que forma eu poderia acabar com aquele vazio?

Foi então que me voltei para Deus. Tomei a decisão de que não poderia viver amargurada e presa no meu mundinho. Olhei para o céu, abri o meu coração para que Deus fizesse morada. Hoje, não sei mais o que é esse sentimento. E se vez por outra eu me sentir triste, o que é normal em todo ser humano, eu fecho meus olhos e busco a presença de Deus. Peço para ele visitar meu coração e logo vejo a alegria de volta ao meu ser”, diz ela.

Mulheres da Bíblia: A mulher hemorrágica

Mesmo sem forças, ela enfrentou uma multidão para tocar nas vestes de Jesus e ser curada.

A Bíblia conta a história de uma mulher que havia 12 anos sofria de uma hemorragia. (leia Marcos 5:25-34).
 
Não sabemos o seu nome, mas o seu testemunho perpetua há gerações e tem servido para que outras pessoas também creiam no poder de Deus.

Na época de Jesus, as pessoas seguiam costumes do tempo de Moisés. Neles estava explícito que durante o período menstrual as mulheres tinham que ficar num lugar à parte da sociedade, sozinhas, ou somente com outras mulheres. Quem lhe tocasse seria considerado imundo.

Sofrendo de hemorragia há 12 anos, ela padecera nas mãos de vários médicos, gastara tudo que podia, sem, contudo, obter a cura. Ao contrário, ficara ainda pior.

Mas quando ela ouviu falar de Jesus e de seus milagres não teve dúvidas. Precisava encontrá-Lo. E se apenas tocasse em suas vestes tinha certeza de que seria curada.

Ela rompeu com velhos costumes, que não estavam fazendo diferença em sua vida, e foi em busca de seu milagre.

Com um propósito no coração de que se apenas encontrasse com o Mestre seria curada, ela misturou-se à multidão e tentava a todo custo chegar perto de Jesus. Ela estava sem forças, afinal, há muitos anos sofria com uma hemorragia que devia deixá-la debilitada.

Será que conseguiria chegar perto de Jesus?

Mas a fé faz coisas inacreditáveis. Ela nos impulsiona, nos faz ir além. E movida pela fé, aquela mulher encheu-se de coragem, enfrentou a multidão, tocou nas vestes de Jesus e imediatamente foi curada.

“Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?” (Marcos 5:30)

Reflexão

Jesus está esperando que toquemos em suas vestes. Não importa a multidão. Basta agirmos com fé, que na hora o milagre acontece.

A última esperança daquela mulher era Jesus. Você já depositou a sua última esperança nas mãos Dele?

A mulher do fluxo de sangue estava sem forças. Saiba que Deus conhece as nossas fraquezas. Ele até diminui o passo, muitas vezes, para que o alcancemos.

Dá tempo de deixar para trás velhos costumes e se lançar com toda fé diante de Deus. De tocar em suas vestes e só sair de lá com a bênção.

E que assim como aquela mulher, você também possa ouvir: “... Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.” (leia Marcos 5.34)

O Senhor e o Servo

Para que se tenha uma idéia apropriada do relacionamento entre o Senhor Jesus e os Seus servos, é preciso voltar às origens do relacionamento humano entre os senhores e os seus servos.

Desde os tempos mais remotos, a única diferença entre o servo e o animal de carga era que um possuía razão e o outro não. De fato, a pessoa serva ou escrava não tinha a livre disposição da sua própria personalidade e bens. Ela não tinha nem o mínimo direito de expor ao mesmo a sua personalidade, quanto mais satisfazer aos seus caprichos.

Naqueles tempos, havia várias formas de se impor às pessoas a condição de escravas ou servas. As mais comuns eram:

Primeiro - Através da compra. Os servos eram adquiridos por um valor, como se fossem um objeto qualquer, e passavam a ser propriedades daqueles que os compravam. Nesse caso, estão enquadrados os verdadeiros servos do Senhor Jesus Cristo, pois foram comprados, não por dinheiro, mas pelo Seu precioso sangue. Podemos compreender melhor quando o apóstolo Paulo diz: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co 6.20). Também o apóstolo João diz: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra” (Ap 5.9,10). Quer dizer: o sangue do Senhor Jesus foi o preço para nos tirar da condição de escravos do inferno para a futura condição de reis e sacerdotes para Deus.

Segundo - Com imposição política. Nesse caso, os prisioneiros de guerra eram feitos escravos.

Terceiro- Por nascimento. Os filhos nascidos na casa de pais escravos, legalmente tornavam-se, automaticamente, escravos. A idéia aqui é que os filhos daqueles que têm servido ao Senhor Jesus venham servi-Lo também. O fato de muitos filhos de servos não estarem também na condição de servos, é porque a personalidade de seus pais não tem sido adequada a do servo bom e fiel. Quando o servo é bom e fiel, então, os seus filhos também serão servos, bons e fiéis.

Quarto - Como restituição. Se o ladrão não tivesse com que restituir o roubo e pagar seus danos, ele podia ser vendido como escravo.

Quinto - Por falta de fundo para pagar a dívida. A pessoa que não tinha com que pagar a sua dívida, era forçada a vender os filhos como escravos ou então os filhos eram confiscados pelo credor. O próprio devedor falido, bem como a sua esposa e filhos, comumente se tornavam escravos do credor. O importante é que a dívida tinha que ser paga, não importando o sacrifício que teria que ser feito para isso. O caso da viúva que veio até o profeta Eliseu é um exemplo disso (2 Reis 4). De acordo com a lei mosaica, um escravo hebreu precisava trabalhar por seis anos para ter direito à sua liberdade. E então, o seu senhor era obrigado a lhe dar alguma recompensa para que ele pudesse dar início à vida por seus próprios meios.

Sexto - Por autovenda. Uma pessoa poderia vender-se, voluntariamente, à escravidão, a fim de escapar à miséria. E mesmo assim, após seis anos, ele poderia se redimir. Nesse caso, ele não poderia sair de mãos vazias, pois o seu senhor tinha que lhe dar alguma compensação. Muitos têm-se proposto a servirem ao Senhor Jesus apenas para fugir da vida miserável em que vivem, ou do lago de fogo eterno. Entretanto, algum tempo mais tarde, se redimem da sua servidão ao Senhor Jesus e buscam na lei do mundo o direito de algumas migalhas para começar a viver livremente.

Sétimo: Por meio do rapto. Na lei de Moisés, raptar uma pessoa e reduzi-la à escravidão era uma ofensa punida com a morte. Os irmãos de José se tornaram culpados desse crime e por isso mesmo, temeram muito as conseqüências.

Qualquer que fosse a condição da aquisição do servo, comprado ou como cativo prisioneiro de guerra, ele não tinha nenhum direito, somente obrigações. Ora, isso incluía salários ou qualquer tipo de recompensa. Os senhores lhes davam comida, água e tempo para dormir, apenas com o intuito de recompor suas forças para o trabalho diário. No mais, era só servir. Não havia determinada hora limite de trabalho; ele tinha que estar disponível para servir ao Senhor a todo e qualquer momento.

Jesus só é Senhor dos que lhe servem,

Sexo no casamento

Deus completou a sua criação com um ser especial a mulher. Este ser revolucionaria o mundo, influenciando grandes atos, observando, ajudando e preparando, sob todos os aspectos, homens e outras mulheres para atuarem em vários campos da sociedade.

Deus completou a sua criação com um ser especial a mulher. Este ser revolucionaria o mundo, influenciando grandes atos, observando, ajudando e preparando, sob todos os aspectos, homens e outras mulheres para atuarem em vários campos da sociedade.

A mulher, em sua fragilidade, é possuída de doce encanto e suavidade; possui, no entanto, emoções fortes e impulsos sexuais que, se não bem administrados, são capazes de destruir tudo de bom que Deus criou para os seres humanos. Por isso, é necessário que a MULHER, principalmente nos dias atuais, seja esclarecida, bem informada; que abandone os "tabus" a respeito da sua sexualidade e a use para glorificar o nome de Deus.

Tenho dito a muitas mulheres que busquem na Bíblia os ensinamentos de Deus para a sua vida sexual, e que tenham íntimo prazer com o seu esposo, pois se Deus a presenteou com um marido, foi para que ela fosse plenamente feliz com ele.

Ouvi de um senhor a seguinte frase, quando falava sobre relacionamento conjugal:

" Realmente, doutora, já tenho quarenta e seis anos de casado e até hoje não quando minha mulher está satisfeita sexualmente."

Isso me deixou preocupada, pois essa mulher, por sinal muito elegante e inteligente, perdeu a maior parte da sua vida sem conhecer realmente a beleza da intimidade sexual com o seu esposo.

Muitas mulheres mentem ao esposo, dizendo ter alcançado o prazer sexual, quando na realidade nem chegaram perto. E isto, devido a vários fatores.

Certo é que nem sempre as coisas acontecem de modo tão exato como queremos. Muitas vezes não conseguimos retirar as barreiras do relacionamento conjugal. Por isso se faz necessário orar, agir, identificar as barreiras, e trabalhar para retirá-las.

Com a ajuda de Deus, você pode pesquisar o que está errado. Comece perguntando a si mesma:

a) Amo ao meu marido verdadeiramente?

b) Sou amada por ele?

c) Faço por onde ser amada?

d) Cativo a atenção dele com naturalidade?

Após responder estas perguntas, verifique se sente dores freqüentes, se está sempre se queixando de alguma doença. Se isto acontece, corra; vá a um ginecologista. Procure um de sua confiança e exponha-lhe com clareza o que você está sentindo.

Se está tudo OK com sua saúde física e mental, então verifique a sua aparência pessoal. Se também está tudo OK, verifique o seu estado emocional.

Será que a maior barreira é a sua sensibilidade? Você costuma ficar diariamente triste, chateada com tudo? Veja se consegue olhar de modo diferente aquela ofensa; permita que o seu marido se desculpe e peça-lhe perdão. Quantas vezes ele tentou e você não deixou?

Caso ele não tenha feito nada para modificar a situação, ore a Deus e você mesma vá a ele e restabeleça o canal de comunicação que ficou interrompido.

Você está completa, você é total. Deus a fez total. Se estiver faltando algum pedacinho, procure-o e peça a Deus para reimplantá-lo, para que possa continuar plena, pois assim estará no centro da vontade de Deus.

Algumas perguntas têm sido feitas com relação à duração da vida sexual ativa de uma mulher. E eu tenho respondido sempre:

A vida sexual de um casal cristão dura até que a morte os separe, pois mesmo com a idade avançada há a intimidade, há o aconchego, há as carícias, que mantêm os dois ardentemente apaixonados, pois tudo na vida passa, mas como nos diz a Bíblia em I Co. 13.13: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."

Amor se sente, se dá, se cultiva e se transmite.

Que possa torná-la cada dia mulher mais inteira, para estar sempre ao lado do seu marido em todos os sentidos, jorrando felicidade em seu lar, vizinhos e igreja. Amém.

Bispo Macedo: “A fé é o sopro da vida”

O Templo Maior, na zona sul de São Paulo, recebeu milhares de pessoas na manhã de domingo  para uma reunião especial ministrada pelo bispo Edir Macedo. Ele falou sobre imunidade espiritual.

“Dentro de cada um de nós existe uma força capaz de nos tornar conquistadores, vitoriosos. É a nossa imunidade espiritual. Quando ela está em baixa, a nossa fé está em baixa, e a fé é o sopro da vida que Deus nos deu”, explicou o bispo.

O bispo falou ainda sobre a importância de ir à Igreja. “Enquanto a sua fé está nos pés, as dúvidas estão no nível da cabeça. Quando você vem à IURD, trabalhamos para que essa fé que está em baixo dos seus pés, suba. Conforme ela vai crescendo, automaticamente as dúvidas vão diminuindo. É um processo vagaroso, mas quando você alcança o controle da sua vida, começa a conquistar.”

“Você pode ser a pior das criaturas, mas se acredita que Deus quer restaurar a sua vida, lhe dar uma oportunidade, então as suas forças começam a se levantar e as fraquezas a cair. Começa a haver um trabalho do Espírito Santo. E quando a fé está acima, as esperanças se renovam, você acredita em si mesmo. Tão certo como Deus existe, é isso que acontece. Por isso é importante participar das reuniões”, acrescentou.

Bispo Macedo: Ação ou oração?


Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé.

Muitas vezes apela-se à oração quando se deveria tomar atitude.

Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, as oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.

O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, além de seus pertences e animais.

Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até os dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.

Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante.

O que fazer?

A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.

“Por que clamas a Mim?

Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Êxodo 14. 15,16)

Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação. Se há certeza absoluta, há fé.

E se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?

Deus abençoe a todos.

Fonte: Arca Universal

Pergunta: "O que é a armadura de Deus?"

Resposta: A frase “toda a armadura de Deus” vem da passagem do Novo Testamento: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Efésios 6:13-17).

Efésios 6:12 indica claramente que o conflito com Satanás é espiritual e, portanto, nenhuma arma física pode ser usada efetivamente contra ele e seus demônios. Não temos uma lista de táticas específicas que ele vai usar. No entanto, a passagem é bem clara ao dizer que quando seguimos todas as instruções fielmente, vamos poder resistir ao poder do mal e ter vitória, qualquer que seja a sua ofensa.


A primeira parte de nossa armadura é a verdade (versículo 14). Isso é fácil de entender, já que Satanás é o "pai da mentira" (João 8:44). Decepção é uma das primeiras coisas que Deus considera ser uma abominação. Uma "língua mentirosa" é uma das coisas que “o SENHOR aborrece” (Provérbios 6:16-17). Ele diz claramente que nenhum mentiroso vai entrar no céu (Apocalipse 22:14-15). Somos então exortados a usar a verdade para a nossa própria santificação e libertação e para o bem daqueles a quem somos testemunhas.

No versículo 14 somos encorajados a nos vestir com a couraça da justiça. Uma couraça iria proteger um guerreiro contra um golpe fatal ao coração ou outros órgãos importantes. Essa justiça não é obras de justiça feitas pelos homens – apesar de que elas seriam barreiras de proteção quando usadas contra acusações e censuras do inimigo. Ao invés disso, essa é a justiça de Cristo, imputada por Deus e recebida pela fé, a qual guarda os nossos corações contra as acusações de Satanás e protege o nosso ser interior contra seus ataques.

Versículo 15 fala da preparação dos pés para o conflito espiritual. O soldado moderno, assim como o guerreiro da antiguidade, precisa prestar bastante atenção aos seus pés. Às vezes o inimigo da antiguidade colocava obstáculos perigosos no caminho dos soldados que estavam avançando. Isso é bem parecido com os campos minados de hoje. Doenças também podem danificar os pés de um soldado que não tem seus pés protegidos. A idéia de ter o evangelho da paz como calçado sugere o que precisamos para poder avançar no território de Satanás; precisamos da mensagem da graça, a qual é tão essencial para ganhar almas para Cristo. Satanás tem colocado muitos obstáculos no caminho da propagação do evangelho.

O escudo da fé, ao qual o versículo 16 se refere, torna ineficaz o ataque de Satanás de plantar dúvidas em relação à fidelidade de Deus e Sua Palavra. Nossa fé – da qual Cristo é o autor e consumador (Hebreus 12:2) – é como um escudo de ouro, precioso, sólido e importante. Esse escudo é como um escudo de guerreiros fortes, pelo qual coisas importantes são alcançadas, e pelo qual um crente não só repele, mas também conquista o inimigo.

O capacete da salvação do versículo 17 protege a cabeça e serve para proteger uma parte do corpo que é tão importante. Podemos dizer que o jeito que pensamos precisa de preservação. A cabeça de um soldado era uma das partes principais a serem defendidas, pois ela podia sofrer um dos ataques mais mortais, e é a cabeça que comanda todo o corpo. A cabeça é o centro da nossa mente, e quando ela possui a “esperança” certa do Evangelho de vida eterna, não vai receber doutrina falsa, ou deixar-se influenciar pelas tentações de Satanás de desespero. Uma pessoa não salva não tem nenhuma esperança de se proteger dos ataques de falsa doutrina porque sua mente é incapaz de discernir entre verdade e mentira.

Versículo 17 interpreta a si mesmo em relação ao que quer dizer com a espada do Espírito. Enquanto o resto da armadura é em sua natureza armas de defesa, aqui se encontra a única arma de ataque na armadura de Deus. Ela se refere à santidade e poder da Palavra de Deus. Uma arma espiritual maior não existe. Nas tentações de Jesus no deserto, a Palavra de Deus sempre predominou em suas respostas a Satanás. Que benção saber que a mesma Palavra também está disponível a nós!

Orar no Espírito (quer dizer, com a mente de Cristo, com Seu coração e Suas prioridades) como vemos no versículo 18 é o ponto auge do que está envolvido em nos preparar e utilizar todas as armas de Deus anteriormente mencionadas. É significante que essa passagem das Escrituras é tão fiel às prioridades de ministério destacadas por todas as epístolas de Paulo; ele acredita que oração é o elemento mais importante para a vitória e maturidade espirituais. Ele deseja ardentemente esse tipo de oração em sua vida também (versículos 19-20).

PORNOGRAFIA – Conteúdo Tóxico

Numa noite fria e escura, não há nada melhor que o calor do fogo de uma lareira.

Você pode empilhar a lenha e deixá-la queimar bem.

É seguro, quente, relaxante e romântico. Agora tire esse fogo de dentro da lareira (que foi feita para queimar) e deixe cair no meio da sala – de repente o fogo se torna destrutivo, podendo queimar a casa toda e matar todos que estão dentro. Sexo é como esse fogo.

Enquanto é expresso dentro de um relacionamento protegido e comprometido como o casamento, é maravilhoso, quente e romântico. Mas a pornografia tira o sexo de dentro deste contexto.



Pornografia – Um Grande Negócio

É um grande negócio que faz muito dinheiro e que não se importa como. Vão usar todas as estratégias para fazer você comprar mais. “Lançaram 11.000 vídeos pornográficos ano passado contra 400 filmes lançados por Hollywood… e 70.000 web sites pornográficos”. (New York Times, 20 de Maio de 2001, “Naked Capitalists”)

A Imagem de Sexo da Pornografia

Uma das partes mais vitais do ambiente mental é a idéia saudável de quem somos sexualmente. Se essas idéias estão poluídas, uma parte fundamental de quem somos fica destorcida. A cultura pornográfica ensina que sexo, amor e intimidade são tudo a mesma coisa. Tudo o que importa é a satisfação. Não importa o corpo de quem se está usando, contanto que se possa possuí-lo. A pornografia leva você a pensar que sexo é algo que se pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, sem nenhuma conseqüência.

O Real Significado do Sexo

O ponto de vista da pornografia é estúpido e superficial. Relacionamentos não são construídos sobre sexo, mas sobre compromisso, amor e confiança mútua. Neste contexto, como o fogo dentro da lareira, sexo é maravilhoso. Estar com alguém que ama e aceita você, alguém que está comprometido a viver a vida toda com você, alguém a quem você pode se entregar completamente, isso é o que torna o sexo realmente maravilhoso.

Efeitos da Pornografia: As Mentiras

Não se pode aprender a verdade sobre sexo com a pornografia. Ela não lida com a verdade. Pornografia não foi feita para educar, mas para vender. Ela usará de qualquer mentira que vá atrair e segurar a audiência. A pornografia faz sucesso com a mentira – mentiras sobre sexo, mulheres, casamento e muitas outras coisas. Vamos examinar algumas dessas mentiras e ver que grande estrago elas podem fazer na sua vida e nas suas atitudes:

 Mentira 1° – Mulheres são inferiores aos seres humanos
As mulheres da “Revista Playboy” são chamadas de “coelhinhas”, são transformadas em pequeninos animais graciosos, ou “parceiras de jogo”, transformadas num brinquedinho. A “Revista Penthouse” chama as mulheres de “animal de estimação”. A pornografia freqüentemente se refere às mulheres como animais, brinquedos ou partes de corpo. Alguns materiais mostram somente o corpo ou as genitais e não mostram de maneira nenhuma o rosto. A idéia de que as mulheres são verdadeiramente seres humanos com pensamentos e emoções é subestimada.

 Mentira 2° – Mulheres são um “esporte”
Algumas revistas de esporte têm uma sessão de “roupas de banho”. Isto sugere que as mulheres são apenas um tipo de esporte. A pornografia vê sexo como um jogo, deve-se “ganhar”, “conquistar”, ou “marcar pontos”. Homens que pensam da mesma forma gostam de falar sobre “marcar pontos” com mulheres. Eles julgam sua masculinidade por quantas “conquistas” conseguem fazer. Cada mulher que “conquista” é um troféu novo na sua prateleira para validar a própria masculinidade.

 Mentira 3° – Mulheres são propriedades
Todos já vimos fotos de um super carro com uma garota debruçada sobre ele. A mensagem sem palavras: “Compre um, e ganhará os dois”. Pornografia que mostra o sexo explícito vai ainda mais longe: mostra mulheres como uma mercadoria num catálogo, expondo-as o mais abertamente possível para que o consumidor veja. Não me surpreende que muitos rapazes pensem que porque gastaram uma boa quantia de dinheiro levando uma garota para sair, têm o direito de fazer sexo com ela. A pornografia ensina que mulheres podem ser compradas.

 Mentira 4° –O valor da mulher depende de quão atrativo seja seu corpo
Mulheres que são menos atraentes são ridicularizadas na pornografia. São chamadas de cadelas, baleias, porcas ou coisa pior, simplesmente porque não se enquadram no critério de mulher “perfeita” da pornografia. A pornografia não se importa com o que a mulher pensa ou com sua personalidade, somente com o seu corpo.

 Mentira 5° – Mulheres gostam de ser estupradas
“Quando ela diz não, ela quer dizer sim” é um típico cenário pornográfico. Mostram mulheres sendo estupradas, lutando e chutando primeiro e depois, começando a gostar. A pornografia ensina os homens a gostar de machucar e abusar das mulheres por diversão.

 Mentira 6° – Mulheres deveriam ser desprezadas
A pornografia é geralmente cheia de discursos de ódio contra as mulheres. Mostram mulheres sendo torturadas e humilhadas em centenas de maneiras insanas diferentes, mas implorando por mais. Esse tipo de tratamento demonstra algum respeito pelas mulheres? Algum amor? Ou o que a pornografia está promovendo é ódio e descaso pelas mulheres?

 Mentira 7° – Criancinhas deveriam fazer sexo
Uma das maiores vendas da pornografia é a versão pornográfica infantil. As mulheres são “produzidas” para parecerem com menininhas usando rabinhos de cavalo, sapatinhos de meninas e segurando um ursinho de pelúcia. A mensagem das fotos e cartazes diz que é normal para adultos fazerem sexo com crianças. Isso influência os usuários de pornografia a serem as crianças com uma intenção sexual.

 Mentira 8° – Sexo ilegal é divertido
A Pornografia geralmente tem elementos ilegais ou perigosos incluídos para tornar o sexo mais “interessante”. Sugere que não se pode aproveitar o sexo se este não for excêntrico, ilegal ou perigoso.

 Mentira 9° – A Prostituição é fascinante
A pornografia pinta uma imagem animadora da prostituição. Na realidade, muitas mulheres retratadas no material pornográfico são garotas que fugiram de casa e estão presas a uma vida de escravidão. Muitas foram abusadas sexualmente. Muitas estão infectadas por doenças sexualmente transmissíveis incuráveis que tem alto risco de contágio e geralmente morrem muito jovens. Muitas usam drogas para poder agüentar viver da pornografia.

Efeitos da Pornografia: Ponto Principal

-A pornografia se beneficia da vida arruinada de jovens mulheres e laçam homens que gastarão rios de tempo e dinheiro sujeitando-se aos seus produtos.

Efeitos da Pornografia: O Poder das Imagens

É estupidez pensar que as coisas que vemos e ouvimos não nos afetam. Todos admitimos que boa música, bons filmes e bons livros só têm a acrescentar nas nossas vidas. Não é difícil acreditar que imagens ruins podem nos fazer mal.

As imagens também podem nos persuadir. Empresários sabem que se conseguirem pôr uma imagem persuasiva do seu produto na sua frente durante um momento emocional intenso, ela vai penetrar no seu
subconsciente. Os cientistas de propaganda são tão bons no que fazem, que podem até predizer quanto mais do seu produto você irá comprar se vir seus anúncios. Algumas vezes, nem mesmo se vê o nome do produto.

“Reeses Pieces” pagou um preço muito caro para ter seus doces aparecendo por alguns segundos no filme “E.T.”, e as vendas de “Reeses Pieces” subiram nas alturas. Por quê? Porque as emoções conectadas a assistir aquele menino ajudando o alienígena foram transferidas para a imagem visual do doce. Se uma rápida olhada no produto — mesmo quando não é o centro da atenção — pode afetar o comportamento das pessoas, imagine os efeitos de um filme que mantém a sua atenção grudada numa tela por uma hora e meia com imagens de sexo explícito.

Quais efeitos isso pode ter num homem?

Que tipo de idéias a pornografia está colocando nas nossas cabeças? Se coisas erradas continuarem sendo absorvidas, seu ambiente mental pode ficar tão poluído que você terá problemas na sua vida. Uma das partes mais vitais do ambiente mental é uma idéia saudável de quem somos sexualmente. Se essas idéias estão poluídas, uma parte fundamental de quem somos fica destorcida.

Vício Pornográfico: A Influência da Pornografia

Nem todo mundo que vê pornografia ficará viciado. Alguns apenas ficarão com algumas idéias tóxicas sobre mulher, sexo, casamento e crianças. Porém, alguns terão algum tipo de abertura emocional que permitirá que o vício tome lugar. As empresas pornográficas não se importam de maneira alguma se você irá se tornar um completo viciado nos produtos deles. É um grande negócio. Dr. Victor Cline dividiu a progressão do vício em vários estágios; vício, agravamento, anulação dos sentimentos (insensibilidade), atuação. Para viciados em pornografia, percebi que existe um outro estágio que vem primeiro — exposição precoce.

Vamos examinar esses estágios:

EXPOSIÇÃO PRECOCE

A maioria dos rapazes que ficam viciados em pornografia começa cedo. Eles vêm pornografia quando são muito jovens e já estão com um pé na porta do vício.

VÍCIO PORNOGRÁFICO

Você continua retornando à pornografia. Ela se torna uma parte da sua vida. Você está atado e não consegue se livrar.

AGRAVAMENTO

Você começa a buscar por mais e mais materiais pornográficos. Você começa a usar materiais que antes lhe causavam repulsa. Agora,lhe causam excitação.

INSESIBILIDADE

Você começa a ficar insensível às imagens que vê. Até a imagem mais pornográfica não o excita mais. Você fica desesperado para sentir a mesma sensação novamente, mas não consegue.

ATUANDO SEXUALMENTE

Este é o momento em que os homens dão um salto crucial e começam a pôr em prática as imagens que viram. Alguns saem das imagens pornográficas de papel e plástico e entram no mundo real, com pessoas reais, em atitudes destrutivas.

Vício Pornográfico: Eu Sou Um Viciado?

Se você identifica algum desses padrões na sua vida, você precisa pisar nos freios agora. A pornografia está tomando mais e mais controle da sua vida? Você tem alguma dificuldade em parar? Você continua buscando por mais?

O Que Posso Fazer?

A primeira coisa que você tem de fazer é admitir que tem problemas com a pornografia. Acredite em mim, você não é estranho ou anormal se tem esse problema. Milhões de homens estão em vários estágios na luta com a pornografia. Não é nenhuma surpresa. A indústria pornográfica gastou bilhões de dólares tentando conquistar você. Realmente é surpresa que eles tenham tido sucesso? Para alguns de vocês pode haver também algumas questões no seu passado, como abuso ou exposição sexual, o que faz com que seja muito difícil se livrar do vício pornográfico.

Você pode muito pouco na luta contra o vício sem ter ajuda. É preciso que alguém o ajude a quebrar esse vício. Superar o segredo é vital. Você provavelmente não pode escapar do vício sem isso; o que não quer dizer que todo mundo tem que saber que você tem dificuldades. Escolha alguém que aconselha homens com problemas com vícios em quem possa confiar – um pastor, um conselheiro ou um líder que trabalhe com jovens. Alguém em quem possa confiar plenamente, se sentir seguro e que tem alguma experiência na área de vício não ficará surpreso com isso.

Existe Alguma Solução Para o Vício Pornográfico?

A pornografia conquista com mentiras. Em contraste, Deus pode levar a verdade. Jesus disse: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:31-32). Aqueles que ouviram Jesus dizer isso se ofenderam e reagiram: “… nunca fomos escravos de ninguém. Como você pode dizer que seremos livres?” (João 8:33). E Jesus explicou que “todo aquele que vive pecando é escravo do pecado” (João 8:34), mas que Ele pode nos libertar.

O pecado não só nos escraviza, como também nos separa de Deus. Ninguém é perfeito. Ninguém é correto aos olhos de Deus. Pelo contrário, nos é dito que: “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para seu próprio caminho” (Isaías 53:6). Todos nós merecemos o julgamento e a punição de Deus. Mesmo assim, Deus, que é santo e amável, providenciou uma solução para o nosso pecado, para que não tivéssemos que ser justamente condenados. Ele pessoalmente tomou sobre si a punição que merecíamos. Jesus Cristo, o Filho de Deus, foi torturado e morreu na cruz pelo nosso pecado para que nós pudéssemos ser perdoados. Três dias depois Jesus ressuscitou dos mortos, como ele disse que faria. E agora ele oferece a você um relacionamento com ele.

Uma das afirmações mais incríveis na Bíblia diz assim: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).

O Relacionamento Mais Importante

Quando se busca por intimidade e amor, a pornografia é um substituto vazio para o verdadeiro amor. Fomos criados por Deus para termos as nossas necessidades de intimidade supridas profundamente no próprio Deus. “Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João3:16).

Em contraste com a escuridão e destruição que a pornografia pode trazer para a vida das pessoas, Jesus disse: “eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10). Deus oferece perdão através de um relacionamento com ele.

Você gostaria de pedir a ele que perdoe seus pecados e convidá-lo para fazer parte da sua vida?

Você pode fazer isso agora mesmo.

Se precisar de uma ajuda para expressar em palavras, aqui está uma oração que poderá ajudá-lo:

“Jesus, tenho consciência do meu pecado
e eu sei que você também está.

Eu peço que me perdoe e me limpe.

Obrigado por ter morrido na cruz por mim.

Eu peço que entre na minha vida agora
mesmo e comece a trabalhar na minha vida.

Dirija minha vida do jeito que for melhor.

Obrigado por perdoar os meus pecados

e ter entrado na minha vida agora mesmo.”

A variedade de línguas

O apóstolo Paulo dedica quase todo o capítulo 14 da sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto para instruir a respeito da variedade de línguas que o Espírito Santo nos concede, em função da própria edificação.


O batismo com o Espírito Santo e o dom de línguas serve para a edificação de cada um, conforme está escrito: “O que fala em outra língua a si mesmo se edifica...” (1 Coríntios 14.4).

A variedade de línguas no sentido particular, isto é, no momento em que a pessoa fala apenas com Deus, tem como finalidade a edificação, fundamental para enfrentar as lutas com maior força e coragem.

Às vezes nos sentimos solitários, porém é nesta hora que a oração em línguas estranhas é mais necessária para nos reanimar, pois existe a evidência de que não estamos sós, mas Alguém vive dentro de nós.

Há dois aspectos da variedade de línguas:

1) As línguas estranhas aos homens são as proferidas pelos anjos, das quais o apóstolo Paulo afirma: “Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.” (1 Coríntios 14.2).

2) As línguas estranhas à própria pessoa que fala, e geralmente estranhas aos que as ouvem, podem ser, por exemplo, um dialeto ou mesmo um idioma. Sobre este tipo de língua o apóstolo Paulo diz: “Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em outras línguas, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação.” 1 Coríntios 14.5

Esta interpretação pode acontecer pela ação do Espírito Santo e também pelo próprio ouvinte, como no caso do Pentecostes.

A variedade de línguas é a manifestação da mente de Deus por intermédio dos órgãos da fala do ser humano. Quando o cristão está falando em línguas, a sua mente e o seu poder de compreensão permanecem completamente inativos; apenas em um ponto a vontade humana desempenha o seu papel: no ato de concordar em participar desta experiência com o Espírito de Deus.

Quando a pessoa fala em outras línguas é imprescindível que o faça de maneira disciplinada, sem escandalizar aqueles que nada entendem, pois muitos, levados pelas emoções, dão vazão à carne, chamando a atenção dos demais, em vez de procurarem chamar a atenção apenas de Deus.

Se a carne está em destaque, geralmente os demônios aproveitam a oportunidade para entrar e confundir as pessoas, também falando em outras línguas. Eles são bons imitadores.

Temos constatado esta realidade na nossa prática diária, libertando as pessoas das suas garras. É necessário, portanto, estar com o coração aberto apenas para o Senhor Jesus, e, com louvores, esperar do Espírito Santo o dom de línguas estranhas.

*Retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Edir Macedo

Caminhar faz bem para a memória

Estudo analisa a importância das atividades físicas na terceira idade.

Um estudo divulgado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, revelou que a prática de atividades aeróbicas, como caminhadas, é uma ótima ação preventiva contra os riscos de demência em idosos. O trabalho acompanhou centenas de pessoas na chamada terceira idade.

Entre os indivíduos pesquisados, nos mais sedentários (cerca de 40%), ficou comprovado que houve um encolhimento da massa cerebral. Já entre os mais ativos (os que andavam todos os dias) não ocorreu nenhuma perda. Vários estudos comprovam que, com o avanço da idade, o cérebro sofre um encolhimento natural e isso provoca problemas na memória.

De acordo com a fisioterapeuta Patrícia Gomes, esse estudo é mais uma comprovação do benefício da atividade aeróbica no combate à degeneração mental. “É importante frisar, no entanto, que antes de praticar qualquer atividade física, a pessoa precisa fazer uma avaliação médica. Principalmente na terceira idade, pois, com o passar dos anos, o corpo vai ficando mais fragilizado”.

A prática de caminhadas promove também o fortalecimento dos ossos e do coração, combatendo o estresse, a diabetes, a depressão e o colesterol alto. “Para andar, é recomendável que a pessoa tenha um tênis adequado, de preferência anti-impacto, para não prejudicar a coluna e as articulações, e utilize roupas confortáveis. Outra importante recomendação é que o indivíduo, antes de iniciar o exercício, faça um alongamento”, orienta a especialista.

A frequência e o período das caminhadas só devem ser definidos após a avaliação médica. Existem muitos objetivos que podem ser definidos com esses exercícios, como, por exemplo, emagrecer ou manter a capacidade cardiovascular. “O melhor é fazer um avanço progressivo, ou seja, começando a caminhar por 30 minutos e ir aumentando gradativamente, à medida que a pessoa for ganhando condicionamento. A ingestão de líquidos também é fundamental, pois durante essa prática perdem-se substâncias importantes para o organismo”, orienta Patrícia.

Principalmente na terceira idade, é importantíssimo, antes de iniciar uma série de caminhadas, verificar a pressão arterial. “Deve ser dada preferência a locais planos e horários com temperaturas mais amenas. Caminhar uma vez por semana praticamente não faz efeito”, conclui a fisioterapeuta.

Agência Unipress Internacional