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Dieta Espiritual? Nem pensar!


Vivemos na era das dietas: da lua, da sopa, da berinjela e tantas outras. Sonha-se diariamente com um corpo esculpido, sem os terríveis “pneus”, paz com a balança, perda de peso. Os esforços são muitos, às vezes chegando até à anorexia, isto é, redução ou perda do apetite. Devido ao medo de engordar, evitam-se certos alimentos essenciais ao organismo como proteínas, carboidratos e outros. Pessoas com tal “neurose”, mesmo depois de emagrecer continuam se achando gordas. Podemos fazer um paralelo com a vida espiritual. Corremos o risco de entrar numa dieta espiritual, às vezes sem percebermos. Passamos pela fase da comida espiritual rápida, por falta de tempo ou para não perder tempo. A vida já é tão corrida! Aderimos então, à oração com baixas calorias, sem adição de fé e perseverança.

Em seguida vem à leitura light da Bíblia (do tipo caixa de promessa), sem muito compromisso com a Palavra, sem a meditação e vivência da mesma. Aí não podemos nos esquecer do louvor diet, isto é, da boca pra fora. É aquele que não alimenta as nossas almas e anda longe da verdadeira adoração. Olha-se superficialmente no espelho e pensa que está forte, mas na verdade está muito mal. Precisamos perceber que devemos nos alimentar de todos os sentimentos vindos de Deus, seguindo o que diz Paulo em Ef 3:17-19: “Que Cristo habite pela fé em vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus”

Fazer uma dieta espiritual é renunciar o fruto do Espírito, é deixar de lado “o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a bondade, a benignidade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio...” (Gl 5:22,23)

Paulo termina falando que contra estas coisas não há lei. Então, podemos e devemos nos alimentar a vontade o quanto quisermos e precisar. O mundo tenta nos alimentar com o que considera melhor, no que diz respeito à promiscuidade, perversão sexual, lixo cultural, frieza e até mesmo espiritualidade movida pelo movimento do esoterismo, sincretismo religioso, e todas estas coisas são indigeríveis para quem tem o Espírito Santo.

Que tipo de vida queremos?

Deus tem nos indicado a alimentação certa para um crescimento saudável, mas isso implica deixar de lado o marasmo, a preguiça, a moleza, a indisposição e todas as obras da carne (Gl 5:19-21). Portanto, aí está o grande perigo que nos leva a dieta espiritual.

Onde está o seu coração? (Mt 6:21)
”Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”

Que o Senhor seja o nosso único nutricionista espiritual. 

A religião

Você já ouviu falar na mutilação genital feminina? É um tipo de incisão, na qual algumas partes do órgão genital feminino são extraídas para que a mulher não sinta prazer nas relações sexuais.

Acredita-se que essa prática ainda exista devido à influência de crenças em ancestrais. Mas, de acordo com estudos, a razão predominante para este procedimento é a religião. Esse método justifica-se por vários motivos que, em minha opinião, por nada neste mundo justifica tal brutalidade:

1 – preservar a virgindade da mulher até o casamento;

2 – proteger a honra da família;

3 – tornar a futura esposa mais dócil e menos propensa à promiscuidade, apesar de reduzir seu desejo sexual;

4 – aumentar o prazer do homem;

5 – evitar que as jovens sejam rejeitadas como esposas, caso não sejam circuncidadas; enfim.

Poderia enumerar uma lista, mas nada, como já disse, justifica tal ato.

A religião atrai as pessoas, sem que elas percebam, para infiltrar em suas mentes pensamentos totalmente contrários ao que Deus ensina, fazendo, assim, com que sejam cauterizadas em seus entendimentos.

É isso o que o apego à religiosidade faz: tira a visão espiritual das pessoas. Justamente aquilo que as faria pensar acaba sendo retirado pela religião.

Não foi à toa que até um dos maiores filósofos do mundo, Karl Marx, classificou a religião como sendo o "ópio do mundo". O ópio é um narcótico. E, como todos nós sabemos a função de todo narcótico (droga) é entorpecer.

O espírito da religiosidade faz assim. Retira das pessoas o senso crítico para que, após estarem entorpecidas e alienadas, injetem em seus intelectos suas falsas intenções. É por este motivo que temas como aborto e homossexualismo, por exemplo, insistem em ser considerados tabus pela religião. Não deveria ser assim. Acredito que o mundo seria bem menos hipócrita se as pessoas agissem como pensam, de verdade.

Pense nisto: se tivermos que tomar cuidado com alguma coisa, que seja com esse espírito enganador da religiosidade. E, além disso, que possamos ter o cuidado de guardar a nossa fé, que é a única capaz de nos manter com os olhos espirituais sempre abertos.

Mas, isso só irá acontecer se essa fé for à inteligente!

Um grande abraço!

Jurandir



Nosso corpo diz muito sobre nós

Em processos seletivos, é importante não esquecer que os movimentos podem ser grandes aliados para transmitir a mensagem desejada.

Em uma dinâmica de grupo, o nosso corpo pode demonstrar características marcantes de personalidade, que são facilmente observadas pelos selecionadores. Esses profissionais são treinados para ler tais sinais, gestos que passam despercebidos pelos candidatos, que não se dão conta do quanto essas coisas podem ser prejudiciais.

A linguagem não verbal causa mais impacto do que as pessoas imaginam. Nossos movimentos corporais são responsáveis por 55% de nossa comunicação, enquanto o tom da voz corresponde a 38% e as palavras 7%.

“Dessa maneira, a preocupação com o modo de se portar deve ser constante. Em um processo seletivo, analisamos o pretendente à vaga a partir da união de sua fala e de como ele se comporta”, explica Carolina Lima Pereira Dias, colaboradora de recrutamento e seleção do Nube – empresa de recrutamento e seleção.

Ela afirma que não é incomum ver os estudantes se preocuparem demais com o discurso e se esquecerem de suas atitudes físicas. “Evite cometer esse erro. Pesquisar sobre etiqueta corporativa ou como se portar em uma entrevista de emprego é fundamental para determinadas ‘gafes’ não ocorrerem”, ressalta Carolina.

Para isso, na hora da seleção é importante não esquecer que os movimentos podem ser grandes aliados na transmissão da mensagem desejada. “As gesticulações dizem muito sobre a personalidade. De tal modo, quem conseguir lidar de forma racional com elas, com certeza estará mais preparado”, destaca a especialista.

Veja algumas definições sobre nossos gestos:

– As mãos: aperto frouxo pode demonstrar medo de envolvimento. Na hora de cumprimentar prefira ser firme, pois dessa forma mostrará não ter nenhum tipo de restrição. Ao decorrer da avaliação não as deixe no bolso, isso pode causar má impressão;

– Os pés: se estiverem voltados ao facilitador é capaz de indicar interesse por ele. Se posicionados para a porta, poderá parecer vontade de ir em direção a ela;

– Os braços: é preferível mantê-los soltos e não há problemas em gesticular de vez em quando. Não é aconselhável colocá-los para trás;

– Os cotovelos: caso os ponha apoiados, parecerá estar se sentindo invadida. Procure conservá-los esticados;

– Os cabelos: puxá-los remete a sua busca por alguma ideia.

Casamento por um fio

"Com diálogo e pequenas mudanças de comportamento dá para recuperar o relacionamento", diz psicólogo.

Quem está solteiro quer casar. E muitos casados, que um dia tiveram a solidão como companhia, cogitam a separação. Se o seu casamento está sem graça e até mesmo por um fio, será que dá para recuperar a relação?

Na visão do psicólogo Alexandre Bez, especialista em relacionamentos, é possível recuperar o casamento que muitas pessoas acham que já deu o que tinha que dar. “Se o casal estiver pré-disposto a recuperá-lo é possível sim, através do diálogo e pequenas mudanças no comportamento,” diz.

Há poucos dias, a recepcionista Tatiana (que prefere não divulgar o sobrenome), de 26 anos, casada há 7 e mãe de um menino de 5, relatava estar vivendo o que vivem muitos casais. “Penso em me separar sim. Meu casamento acabou. Não tem mais graça, química, e a gente não se entende mais”. Ao ser questionada sobre qual seria a real motivação para colocar o ponto final em sua história, ela não teve uma resposta plausível. “Na verdade ele é uma boa pessoa. Mas, coisas do dia a dia, como não ajudar nos serviços domésticos, uma resposta num tom mais agressivo, tudo isso me deixa chateada”, disse.

Assim como ela, muitas pessoas se escondem atrás de motivos tolos para acabar com um relacionamento. E já que nenhum casamento acaba da noite para o dia, o que os casais devem observar para que a relação não desça pelo ralo? “Em 90% dos casos, a culpa do divórcio é das duas pessoas envolvidas e não de apenas de uma das partes. A pessoa deve estar atenta às pequenas mudanças nas atitudes do companheiro (a), e o diálogo é essencial para manter o casamento saudável”, salienta o psicólogo.

Do outro lado da história está o marido de Tatiana, que prefere não se identificar: “Eu não casei para me separar. Me apaixonei pelo jeito carinhoso dela, a alegria de viver. Mas ultimamente ela não sorri mais, está sempre nervosa e eu me pergunto onde está aquela mulher maravilhosa que não me fez pensar em mais nada, do que passar o resto de minha vida ao lado dela?”

“No início da conquista, quando estão se conhecendo, ambos mostram o melhor de si, mas depois esquecem disso”, diz Bez. Os fatores mais comuns que culminam no fim do casamento, segundo ele, são fatos corriqueiros. “Começa com pequenas coisas e a falta de respeito está no topo da lista. Além disso, as mentiras, o mau comportamento, agressões verbais, que às vezes migram para agressões físicas, e a traição, são os fatores mais comuns, que certamente acabam com qualquer relacionamento”.

“Normal é ser feliz”

A secretária F., casada pela segunda vez tem outro olhar para as relações. “Sofri muito no meu primeiro casamento e após a separação fiquei 11 anos sozinha. Primeiro me recuperando, depois, tentando encontrar uma pessoa legal”. A procura teve um fim quando, há 7 anos, ela encontrou o atual marido. “No início é aquela paixão, aquele mel, depois parece que tudo começa a cair na rotina”. Segundo F., chegou uma hora em que ela desejou estar solteira novamente, mas acordou antes. “Era a segunda oportunidade que eu tinha e não podia fracassar”. A secretária então conversou com o marido e juntos decidiram salvar o relacionamento.

“Adotamos alguns segredinhos, como surpreender o outro e voltar a ser como namorados, a valorizar a relação, o companheirismo, a cumplicidade. Muitos casais se baseiam apenas na parte sexual, mas a vida fora da cama também é muito importante”, ressalta.

Na concepção de F., as pessoas acham mais fácil se separar do que batalhar para salvar o casamento. “Muitos dizem que é normal se separar. Normal é ser feliz. E para quem está passando por problemas conjugais eu aconselho a mudar. Eu mudei, meu marido mudou. Ele tem defeitos, mas também tem muitas qualidades, e prefiro olhar para elas”.

Na opinião de Bez, no início dos relacionamentos as qualidades da pessoa amada são elogiadas, mas, na medida em que o tempo passa, o que fica em destaque são os defeitos. “Exacerbar os erros do companheiro tendo como base o desejo de irritar a pessoa, só acelera a deteriorização da relação. Por isso, aconselho a destacar as qualidades da pessoa amada sempre”, diz o psicólogo.

Acomodação

Um dos grandes problemas dos casais é a acomodação. “Seja por causa do trabalho, dos filhos ou qualquer outro motivo, a pessoa já não dá a importância necessária para a relação. A rotina desgasta qualquer casamento. A dica é utilizar a criatividade e bolar surpresas ou situações que saiam do cotidiano. Não é necessário que seja nada muito elaborado, mas mesmo pequenas atitudes são essenciais para manter a chama do casamento acesa”, ressalta Bez.

Foi o que fizeram Tatiana e o marido, os personagens do início de nossa reportagem. Eles decidiram conversar com um pastor e pedir orientação. O primeiro passo foi fazer uma viagem em família. “Parei para pensar, estou buscando salvar o meu casamento e estou vendo tudo com outros olhos após a orientação que recebi. Tenho certeza de que tudo vai dar certo. Estou fazendo a minha parte e meu marido a dele. Creio que a nossa história terá um final feliz. Já houve uma mudança em nossa vida”, revela a recepcionista.

Ela conseguiu reconstruir o casamento

Há alguns meses, na matéria “Como superar um divórcio”, a empresária Maria de Lurdes, de 54 anos, nos deu o relato emocionante de como lutou pelo seu casamento, o que foi extremamente importante para muitas pessoas. Por isso, fomos saber como está o casamento dela hoje, meses após ter adotado algumas estratégias para salvá-lo.

“A melhor coisa que me aconteceu foi eu ter persistido e lutado pelo meu casamento. Estou mais feliz e mais apaixonada hoje do que antes, e espero ter ajudado muitas pessoas a pensarem um pouco antes de optar pelo fim de uma história. É possível reconstruir um casamento e é possível ser feliz, pois eu estou sendo”, enfatiza a empresária.

Maria de Lurdes estava casada havia quase 30 anos, com dois filhos adultos, e, embora não estivesse divorciada no papel, ela e o marido estavam separados e morando na mesma casa como desconhecidos. Ela fora aconselhada por amigas a pedir o divórcio, mas resolveu buscar ajuda espiritual e agiu de outra forma. A estratégia deu certo e uma parte do texto que emociona é quando ela diz: “É visível o brilho no meu olhar, a minha alegria e a felicidade de ter ‘reencontrado’ o homem que sempre amei. Amigas dizem que rejuvenesci, perguntam se fiz cirurgia plástica ou que creme de beleza estou usando. Respondo que fiz uma cirurgia sim, tenho um novo coração e uso um creme chamado amor com pitadas de sabedoria.”

Dicas
O psicólogo Alexandre Bez fala sobre o que é possível fazer para salvar o relacionamento:

1- Observar a relação e o nível de desgaste em que ela se encontra;

2- Levantar as possíveis razões que causaram a situação;

3- Reconhecer os erros e elaborar um “plano” visando a recuperação do casamento. Exemplo: pequenas mudanças de comportamento;

4- Cuidado com a rotina. Fuja dela sempre que possível.

Quem nunca sentiu ciúmes?

Psiquiatra fala sobre os tipos de ciúme e os fatores mais comuns que desencadeiam este sentimento.
Quem nunca sentiu ciúme de um namorado, amigo, familiar, objeto? É um sentimento que faz parte da nossa vida. Mas, existe um limite para este sentimento? Quando ele deixa de ser normal? Para responder essas e outras questões, o Portal Arca Universal entrevistou o professor e psiquiatra Geraldo Ballone, criador do site www.psiqweb.med.br e autor dos livros “Histórias de Ciúme Patológico e Da Emoção à Lesão” e “Psiquiatria e Psicopatologia Básicas”.

Por que sentimos ciúmes?

O sentimento de ciúme é natural no ser humano e em alguns animais, portanto, podemos dizer que o ciúme é um sentimento fisiológico e normal. Como acontece em tantos outros sentimentos, não existe uma explicação neurofisiológica relacionada ao ciúme.

Quais os tipos de ciúmes e as diferenças entre eles?

Temos três tipos de ciúme: normal, patológico e exagerado. O ciúme normal é um sentimento sadio e se relaciona ao cuidado e zelo para com algum objeto de ligação afetiva (algo ou alguém que mobiliza o afeto do sujeito, seja um animal doméstico, um amigo, irmão, pais e, finalmente, a pessoa amada). Este ciúme é protetor e não causa sofrimento, não é possessivo. O ciúme fica mais evidente quando o sujeito sente a ameaça de deixar de ser o principal interesse do outro.

O ciúme patológico não é apenas uma variação na quantidade do ciúme normal, mas também, e sobretudo, uma variação na qualidade desse sentimento. O ciúme patológico é aquele que causa sofrimento, tanto na pessoa ciumenta, quanto na pessoa objeto do ciúme. Trata-se de um sentimento desproporcional causado, desencadeado e agravado por situações irreais, fantasiosas e, nos casos mais graves, delirantes. O ciúme patológico é de autoria e responsabilidade exclusiva das pessoas ciumentas. Nasce e cresce nelas, e não é, como elas dizem, provocado pelas circunstâncias. As circunstâncias é que são deformadas pelo sentimento doentio do ciúme.

É importante não confundir ciúme patológico com ciúme exagerado. No ciúme exagerado existe apenas uma variação na quantidade do sentimento e não em sua qualidade. O ciúme exagerado também pode causar sofrimento, mas não obrigatoriamente. Nesse caso, o ciumento sofre mais do que a pessoa objeto do ciúme. Isso acontece, na maioria das vezes, quando existe autoestima baixa, insegurança, depressão, falta de autoconfiança.

Quando ciúme pode se tornar doentio?

Em geral o ciúme patológico faz parte de um conjunto de traços da personalidade. Esse sentimento não aparece como sintoma isolado em uma pessoa absolutamente normal. Habitualmente encontramos na pessoa ciumenta outras características não-normais. Isso não quer dizer que todos ciumentos têm a mesma personalidade, mas sim que podemos encontrar ciúme patológico em vários tipos problemáticos de personalidade, como, por exemplo, nas pessoas com traços paranoides, impulsivos, chamados borderline, e assim por diante.

Como amenizar o ciúme?

Em se tratando de ciúme exagerado, existe tratamento, felizmente. O tratamento, via de regra, se faz com psicoterapia, geralmente do tipo cognitivo-comportamental, e farmacoterapia, em geral com antidepressivos. O objetivo do tratamento é normalizar a autoestima e a autoconfiança. Os resultados são excelentes. Os casos graves de ciúme patológico, infelizmente, são de difícil tratamento. É mais difícil ainda porque o paciente quase sempre não se reconhece como doente, uma vez que ele pode funcionar muito bem nas demais áreas da atividade humana (raciocínio, memória, inteligência, capacidade profissional, etc.). Aqui, a psicoterapia tem um impacto menor como tratamento, e os medicamentos mais úteis podem ter resultados variáveis, desde satisfatórios até mais acanhados.

Quem é mais ciumento, o homem ou a mulher? Existe diferença na forma como homens e mulheres sentem ciúmes?

Apesar de o ciúme ser um sentimento igualmente distribuído entre os seres humanos, antigamente o ciúme masculino era visto como uma espécie de “fraqueza”. Dessa forma, os homens ciumentos, com ciúme normal ou mesmo exagerado, escondiam esse sentimento ou dissimulavam através de outros comportamentos, como, por exemplo, excesso de opressão, implicância, rispidez, agressividade. Hoje em dia, o constrangimento machista tem diminuído sensivelmente e esses casos aparecem praticamente com igual proporção e com os mesmos sintomas entre homens e mulheres.

Quais os fatores mais comuns que desencadeiam o ciúme?

Não podemos esquecer que os sentimentos, inclusive o ciúme, são sempre de autoria da pessoa que os sentem, assim, as causas de ciúme normal ou exagerado estão na pessoa ciumenta. A autoestima baixa é a principal razão nesses dois tipos de ciúme. Isso pode desencadear crises. No ciúme patológico, a problemática psíquica mais complexa é a responsável e, para pessoas normais, as crises de ciúme parecem ser desencadeadas do nada.

Que conselho deixa para quem é ciumento?

Para quem é ciumento o melhor conselho é ter a humildade de aceitar que tem este problema e querer se tratar para melhorar a qualidade de vida própria e das pessoas que ama. Para as pessoas que sofrem com o ciúme de outro, o melhor conselho é a determinação de exigir que o ciumento se trate. Não é justo, não é lícito e não é moralmente aceitável que alguém promova a infelicidade e o sofrimento do outro.

Há algo que queira acrescentar sobre o tema?

Um esclarecimento importantíssimo é a correção do grande mito sobre o ciúme ser consequência do amor. Muita gente tenta justificar as atitudes insensatas dizendo ter agido assim por amor. O amor é um sentimento maravilhoso e caracterizado, principalmente, por desprendimento, compreensão, carinho e uma profunda vocação para fazer o bem à pessoa amada. O ciúme, por outro lado, pode proporcionar o mal, pode escravizar, aprisionar, oprimir, tolher a liberdade, ferir moral e fisicamente e muitas outras coisas ruins. O ciúme não depende das circunstâncias ou, se depende, é minimamente. Isso quer dizer que não é a outra pessoa que desperta o ciúme, mas sim a pessoa ciumenta é que o sente, por sua conta. O ciúme depende, quase que exclusivamente, da cabeça do ciumento. Ele é de sua autoria e inteira responsabilidade.

A melhor maneira de livrar-se das dívidas

Em alguns casos, negociar um novo parcelamento é uma boa alternativa.

A intensa euforia das compras se transformou em um carrossel de inquietações: como fazer para quitar os carnês, o cartão de crédito e tantas outras contas que foram feitas?

Na opinião de Roseli Garcia, superintendente de Produtos e Serviços do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), antigo SPC, da Associação Comercial de São Paulo, o caminho é sempre buscar uma negociação para a quitação da dívida com um desconto. “Normalmente, quem está endividado não tem disponibilidade de dinheiro, então, a busca de uma negociação com um novo parcelamento é a melhor alternativa.

O importante é que o consumidor, ao realizar essa renegociação, só assuma o compromisso se estiver certo de poder cumprir, para evitar incorrer no mesmo endividamento e voltar a ficar inadimplente”, explica.

Para renegociar
“Em geral, as empresas apresentam alternativas para o consumidor, oferecendo descontos e parcelamentos, dependendo da idade da dívida. O consumidor deve priorizar as contas que pode pagar e as prestações que podem ser pagas com a renda disponível. Mesmo que haja várias dívidas em aberto, o ideal é que se busque resolver a situação gradativamente, começando com as dívidas menores e depois negociando as de valor alto”, diz Roseli.

Cuidados
Na pressa de se ver livre das dívidas, o devedor pode acabar encontrando mais dores de cabeça ao procurar empresas que cobram para renegociar as contas. Roseli faz um alerta: “Desconfie de empresas que oferecem ajudas mirabolantes, elas podem estar enrolando o consumidor e não resolvendo o problema de fato.

Desconfie das super ofertas de descontos, ou das promessas de exclusão de nome sem o pagamento do débito, pois, ao invés de uma solução, o consumidor pode estar entrando em um novo problema. Além de não ter o seu nome excluído dos sistemas, perderá o dinheiro. Procure empresas sérias, com referências, para fazer esse procedimento.”

Devo para quem?
“Se a pessoa não sabe para quem está devendo, deve procurar o Serviço de Proteção ao Crédito munido de RG e CPF originais ou carteira de motorista. Lá há um setor de atendimento ao público onde pode consultar seu nome gratuitamente.

O SCPC se coloca ao lado do consumidor, oferecendo orientações para a regularização dos débitos. Se o consumidor sabe qual é a empresa, deve ir até lá e falar com a área de cobrança para a regularização da dívida”, indica Roseli.

O que pagar primeiro?
Em meio a tantas contas, o que pagar primeiro? Na opinião do advogado Lírio Gomes da Associação Brasileira de Amparo ao Consumidor (ABAC), “o cheque especial, que tem na atualidade a taxa de 9,12% ao mês deve ser pago primeiramente e de uma só vez. Em segundo, o cartão de crédito, que em algumas financeiras chega a ter juros de 21,36% ao mês. Dependendo da operadora, pode ser negociado e pago em algumas vezes”.

Para as demais pendências, a orientação é fazer um acordo administrativo. “Use como pagamento as férias e, se for no final do ano, parte do 13º e do salário.

Porém, se não trabalha e não tem renda, submeta ao crivo do judiciário todos os contratos assinados e requeira a tutela antecipada para limpar seu nome no SCPC (enquanto durar o processo), usando uma ação ordinária, para rever todas as dívidas. Pois enquanto a ação estiver em curso, o cidadão poderá juntar recursos financeiros para fazer frente em um futuro acordo. Em geral, todos os contratos têm capitalização de juros (juros sobre juros vencidos, não pagos e que são incorporados ao capital desde o dia do vencimento), o que, no jargão jurídico, chama-se anatocismo”, diz Gomes.

Nome limpo
A Associação Comercial de São Paulo alerta que depois de renegociar a dívida e pagar a primeira parcela, a própria empresa deve se encarregar de comunicar o Serviço de Proteção ao Crédito para a exclusão do nome do consumidor. Mesmo assim, exija sempre um documento que comprove a regularização da dívida.

Deus Existe: Entrevista com João Santos

O apresentador cheio de fé, determinação e otimismo.

Dizem que o baiano é bem-humorado e feliz, e João Santos não foge à regra. Nascido em Feira de Santana, no interior da Bahia, ele não deixou que as dificuldades o impedissem de visualizar um belo futuro. Aos 42 anos de idade, casado e pai de 2 filhos, o apresentador dos telejornais Record News SP, Hora News e Direto da Redação pelo canal Record News, e apresentador folguista do Jornal da Record, da TV Record, falou ao Portal Arca Universal das dificuldades que enfrentou, de como a sua fé lhe ajudou na caminhada e como consegue, mesmo em meio às tempestades, enxergar a vida com olhar de esperança.

Fale-nos de sua infância.

Meus pais eram operários e tenho mais três irmãos. Nasci em uma família simples. Aos 9 anos perdi o meu pai e aos 14 a minha mãe. Desde cedo eu queria trabalhar, e aos 15 anos surgiu a oportunidade em uma emissora de rádio da minha cidade. Sempre fui curioso por esse veículo de comunicação. O engraçado é que em minha casa nunca tínhamos tido um aparelho de rádio.

E a sua ida para a televisão como aconteceu?

Fui para Salvador trabalhar em rádio e uma produtora me chamou para um teste de vídeo para uma campanha eleitoral. Passei nesse teste, fiz a campanha e a minha imagem ficou forte em Salvador. Depois fui convidado para apresentar um telejornal na TV Educativa. Fiquei lá por 11 anos, até receber o convite para integrar o time da Record News em São Paulo, onde estou há quase 4 anos.

Você foi um garoto pobre, que sequer tinha um aparelho de rádio em casa, e hoje a sua imagem é vista em várias partes do mundo. Como você analisa isso?

Olha, as pessoas podem até achar piegas, mas é a fé que me move. Eu acredito muito em Deus. E essa fé não está em ação apenas nos momentos bons. Ela está, principalmente, nos momentos difíceis. E o que é ter fé? É acreditar. Eu passei muitas dificuldades. Morei em pensão. Cheguei a dormir em banheiros por não ter onde passar a noite. Sabe o filme “À procura da Felicidade”, com Will Smith? Me emocionei demais com ele, pois vi a minha vida retratada ali. Eu vejo o mover da mão de Deus na minha vida. Sempre fui muito confiante, muito otimista e tinha a certeza de que, na hora certa, tudo se reverteria ao meu favor. Então, quando olho para a minha vida hoje, só tenho o que agradecer a Deus por tudo o que Ele fez por mim.

Como manter o otimismo diante de uma realidade onde não se vê nenhuma premissa de que algo irá mudar?

Aí é que está a confiança. O acreditar, ter fé. É nas horas de dificuldades que devemos exercitá-la. E foi nesses momentos difíceis que mais procurei me alicerçar, ter base para seguir em frente. Quando tudo parecia obscuro, eu enxergava com os olhos da fé. Não é fácil, mas todos que têm uma história de vitória para contar vão citar que foi nesses momentos de dificuldades que mais aprenderam a ter fé.

Você ouviu muitos “nãos” no decorrer de sua carreira?

Quando eu comecei em rádio, ainda no interior da Bahia, muitas pessoas me disseram que eu não teria êxito, pois não tinha o perfil de um profissional de comunicação. Realmente, eu estava começando, não tinha qualidade, mas tinha vontade. No decorrer da minha vida também. Só que eu sempre valorizei o pouco que me davam e me dedicava para fazer daquele pouco o meu melhor. Eu sou obstinado, persistente e com fé. E jamais deixei que qualquer palavra de derrota entrasse em meu coração, porque eu sabia do meu sonho, sabia o que eu queria: eu queria vencer, dar uma vida melhor para a minha família.

Você é um profissional de comunicação e diariamente tem que lidar com vários assuntos. Como você analisa tantas notícias de violência, por exemplo?

Olha, a nossa sociedade está vivendo uma inversão de valores. Falamos da violência vista na tevê, mas ao nosso redor não fazemos nada para mudar. É preciso, antes de tudo, desarmar nosso espírito, respeitar o nosso semelhante. E esse respeito é ser educado, é dar um “bom dia”, é se colocar no lugar do outro, se importar com ele. Por outro lado, é preciso valorizar a família. A família está se desintegrando. Elas não se encontram, não se reúnem, não conversam. Até por conta da internet. Cada um chega em casa, come alguma coisa sempre com muita pressa e vai para a frente do computador. As famílias não conversam mais. Muitos se falam mais virtualmente do que pessoalmente. Infelizmente, a única coisa em comum que as famílias têm hoje é a chave de casa. Claro que oferecer conforto é essencial, mas o amor, o diálogo, o exemplo, é melhor do que tudo. Quem dá exemplo, quem conversa, quem demonstra afeto não sofre mais tarde.

Como você é com a sua família?

Sou casado pela segunda vez. Tenho um filho de 20 anos do primeiro casamento e um de 5 do meu segundo casamento. A escolha da pessoa com quem você vai casar é importante, porque é alguém que estará ao seu lado, te dando o ombro amigo nas horas de dificuldades e te incentivando com palavras para você seguir em frente.

Fazendo um retrospecto de sua vida, você se considera um vencedor?

Eu sou uma pessoa de muita fé. O que eu sou, de onde vim, onde eu estou. Claro que existe um sonho, uma vontade, uma determinação, mas se não fosse a mão de Deus, eu não teria conseguido. Deus cria condições para que as coisas aconteçam na sua vida. Eu me considero um vencedor por nunca ter perdido a esperança, nunca ter desistido, por sempre ter acreditado. É um orgulho a minha história, de quem passou por tantas dificuldades e conseguiu o seu lugar ao sol. Não dá para exemplificar essa sensação. Mas ainda tenho muitos sonhos. Estou sempre sendo renovado. Quando eu comecei em televisão me perguntaram quanto eu queria ganhar. Eu não tinha a mínima noção de quanto se ganhava e comecei a trabalhar sem definir o salário. Então, nunca coloque o seu sonho à frente do dinheiro. Muitas vezes o caminho para que aquele sonho se torne realidade pode não ter retorno financeiro, mas se você acredita nele, tem que continuar.

Já que em sua vida sonhos tornaram-se realidade, que recado deixa para os nossos internautas?

Que não desistam do sonho. Quem pode alimentar o sonho é você mesmo. Em alguns momentos, a gente tem que deixar alguns de lado porque existem coisas mais urgentes. Mas de vez em quando vá lá, tire a poeira, não deixe seu sonho adormecer. Não tenha sede de chegar ao pote. O importante não é a velocidade, e sim o primeiro passo. E à medida que for caminhando, se encontrar dificuldades, tire os olhos delas e foque no que você almeja.

Fonte: Arca Universal

As divinas propriedades do azeite

Além de servir muito bem para uso gastronômico, o azeite também têm muita utilidade no sentido espiritual, uma vez consagrado a Deus. O líquido gorduroso com que os hebreus estavam mais familiarizados era o obtido de azeitonas. As azeitonas pretas, bem maduras, forneciam o máximo de azeite, embora as ainda verdes produzissem o azeite de melhor qualidade. Depois de os frutos serem cuidadosamente apanhados das árvores, os raminhos eram separados e as folhas das azeitonas eram levadas para o lagar – espécie de tanque no qual se espremem certos tipos de frutos para transformar em líquido. A polpa da azeitona madura é constituída de azeite, que varia em qualidade, conforme o método de processamento da polpa. Primeiro, as azeitonas eram colocadas num pilão e trituradas até ficarem bem amassadas, ou, às vezes, eram pisadas. Em seguida, os frutos amassados eram transferidos para cestas coadoras, nas quais “sangrava” óleo até que se soltasse o azeite “virgem”. O azeite puro, batido, era estocado em jarros de barro e a polpa era levada para o lagar.

Alta e baixa qualidade

Um azeite de qualidade comum era preparado por meio da trituração das azeitonas em um pilão ou em um moinho manual. Depois que o azeite escorria da polpa, permitia-se sua clarificação em jarros ou em vasilhas de barro. O azeite da mais baixa qualidade era aqule extraído do bagaço num lagar de azeite depois da trituração. A massa triturada da polpa era compactada em cestos e empilhada entre as duas colunas verticais do lagar de azeite. Comprimia-se a pilha de cestos com uma alavanca com peso para retirar o azeite sob pressão, sendo ele, então, canalizado para grandes reservatórios para clarificação. Ali o azeite subia à tona, separando-se dos pedacinhos de polpa e da água abaixo dele antes de ser decantado e colocado em grandes jarros de barro ou em cisternas especiais para estocagem.

Principais características

O azeite de oliva, que é um alimento de alto teor energético e uma das gorduras mais digeríveis, era um dos principais itens de alimentação dos israelitas. Em muitos casos, ocupava o lugar da manteiga à mesa e também tinha fins culinários. Era o combustível comum das lâmpadas, e queimava-se “azeite puro de oliveira”, batido, nas lâmpadas do candelabro de ouro da tenda da reunião. Usava-se o azeite em conexão com as ofertas de cereais apresentadas a Deus. Como cosmético, era passado no corpo após o banho. Empregava-se também o óleo para aliviar contusões e ferimentos.

Referências bíblicas sobre o uso do azeite

Como alimento: “... e pães asmos, e bolos asmos, amassados com azeite, e obreias asmas untadas com azeite; flor de farinha de trigo os farás” (Êxodo 29.2; Levítico 2.15; 1Reis 17.12 e Ezequiel 16.13)

Usado figuradamente: “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unge-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda” (Salmos 23.5). “Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros” (Salmos 45.7).

Para ungir: “Então, tomarás o óleo da unção e lho derramarás sobre a cabeça; assim o ungirás” (Êxodo 29.7). “Tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e o beijou, e disse: Não te ungiu, porventura, o SENHOR por príncipe sobre a sua herança, o povo de Israel?” (1Samuel 10.1)

Aplicação como remédio: “Desde a planta do pé até a cabeça não há nele cousa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo” (Isaías 1.6). “...expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo- os com óleo” (Marcos 6.13; Lucas 10.34; Tiago 5.14 e Apocalipse 3.18)

Símbolo de prosperidade: “Prosseguiu Jó no seu discurso e disse: Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava! (...) quando eu lavava os pés em leite, e da rocha me corriam ribeiros de azeite” (Jô 29.1;2;6). “... Bendito seja Aser entre os filhos de Jacó, agrade a seus irmãos e banhe em azeite o pé” (Deuteronômio 33.24). Nesta ocasião, Moisés ministrou a bênção para a tribo de Aser, indicando que ela usufruiria bênçãos materiais.

Jejum: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6. 17-18).

Libertação: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados...” (Isaías 61.1).

Para lâmpadas: “Ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente” (Êxodo 27. 20); Levítico 24.2 e Mateus 25.3.

Solidão

Que sentimento é esse?

Embora estejamos conectados o tempo inteiro, ligados 24 horas à tecnologia, falando com milhares de pessoas ao redor do mundo, chega uma hora em que nos sentimos sozinhos, desamparados. É a solidão. Mas que sentimento é esse que se apossa sorrateiramente do coração, deixando o mundo acinzentado e sem nenhuma premissa de esperança?

“A solidão é um sentimento que nos remete ao ato se sentir e perceber só, independentemente de quantas pessoas nos cercam e de quais funções e importância elas constituam em nossa vida”, diz Alexandre Bez, psicólogo especializado em Relacionamento pela Universidade de Miami, na Flórida, Estados Unidos.

Ele diz que embora todos nós nos sintamos sozinhos de vez em quando, em algumas pessoas essa característica pode ser mais forte. “Há pessoas que podem apresentar a característica de depressão em sua personalidade, de tristeza, de insatisfação pessoal em seu interior, direcionando-se ao isolamento, porque já constitui a solidão como um traço de seu temperamento. A pessoa até sente vontade e um certo desejo de sair dessa solidão , mas não tem condições emocionais para isso”, acrescenta.

Muitos associam a solidão a fatores externos, mas, ela é desencadeada por outros sentimentos negativos, na visão do especialista: “Muitas pessoas associam a solidão ao fato de não ter um relacionamento afetivo, mas esse sentimento acomete pessoas de todos os estados civis e idade. É um vazio e há que buscar a cura, pois a solidão, assim como uma enorme gama de sentimentos, parte de dentro para fora e não ao contrário. Por isso, é inútil procurar nas pessoas um antídoto para ele. Pois quanto mais buscarmos nas pessoas que preencham esse vazio, mais só ficaremos, pois é um processo psicoemocional.”

Como amenizar o problema?

Na visão do psicólogo, em primeiro lugar é preciso descobrir a causa da solidão. “Se é medo, desilusão, timidez, comportamento introvertido, entre outros. Descobrindo essa causa, ficará mais fácil o tratamento. Quanto mais forte emocionalmente e preparado psicologicamente, o individuo for, menos ele sofrerá com os efeitos da solidão conseguindo administrá-los e praticamente ignorá-los, sem ter que tentar preencher esse espaço vazio com pessoas ou objetos.”

“Não sei mais o que é esse sentimento”

A estudante Cleide Sales soube bem o que é solidão. “Desde pequena tive problemas familiares. Meus pais se separaram quando eu tinha 12 anos de idade. Minha mãe trabalhava fora e eu ficava sozinha em casa tomando conta do meu irmão, que na época era um bebê. Como eu era muito nova e com muitas responsabilidades, fui me tornando introspectiva e isso desencadeou um sentimento de solidão. À medida em que eu ia crescendo, essa solidão só aumentava. Tornei-me uma pessoa independente, comecei a trabalhar, mas cada vez mais me tornava dependente desse vazio que havia em meu peito, que era constante em minha vida. Sentia falta de amigos, família, achava que a minha mãe não tinha tempo para mim. Eu chorava muito e perguntava para Deus por que eu me sentia tão só? O que faltava em minha vida? De que forma eu poderia acabar com aquele vazio?

Foi então que me voltei para Deus. Tomei a decisão de que não poderia viver amargurada e presa no meu mundinho. Olhei para o céu, abri o meu coração para que Deus fizesse morada. Hoje, não sei mais o que é esse sentimento. E se vez por outra eu me sentir triste, o que é normal em todo ser humano, eu fecho meus olhos e busco a presença de Deus. Peço para ele visitar meu coração e logo vejo a alegria de volta ao meu ser”, diz ela.

Pensando GRANDE!

Quem pensa pequeno, vive vida pequena...


Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão.”
Salmos 2.8

Pensar grande, em poucas palavras, é pensar como Deus. Os pensamentos de Deus são mais do que grandes. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos”, foi o que Ele disse em Isaías 55.9.

O homem é limitado apenas pelos seus pensamentos. E, infelizmente, muitas pessoas têm estado presa nas minúsculas celas de seus pensamentos medíocres. Você só pode realizar aquilo que crê ser possível. É por isso que pessoas que pensam pequeno vivem vidas pequenas.

Mas o que é pensar pequeno? É pensar no que você não tem ao invés de pensar naquilo que tem. É pensar no que você não pode ao invés de pensar naquilo que pode. É pensar no problema ao invés de pensar na solução. É pensar no que vem contra você ao invés de pensar no que vai com você em seu favor.

É pensar que já tem o suficiente simplesmente porque tem mais do que alguém mais pobre.

É pensar que já tentou de tudo para conquistar seus objetivos, quando na realidade você pode contar suas tentativas nos dedos das mãos.

É pensar que pessoas bem-sucedidas são apenas “sortudas” e que você não tem tanta sorte quanto elas. É duvidar da vitória e ter fé na derrota.

Você só pode realizar aquilo que crê ser possível. Henry Ford disse: “Se você acha que pode ou que não pode, em ambos os casos você SEMPRE estará certo.”

Então quando você se perguntar por que sua vida está deste ou daquele jeito, e por que as coisas não melhoram, a resposta, inevitavelmente, estará ligada aos tipos de pensamentos que você tem tido.

Pensar grande é pensar como Deus. E para pensar como Deus primeiro você precisa saber o que Ele pensa. E para saber o que Ele pensa, medite no que Ele diz em Sua Palavra.

Veja apenas um exemplo: "Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão." Salmos 2.8

Pede-Me as NAÇÕES por herança...

O que foi que você pediu mesmo quando orou a Deus hoje de manhã?

O diabo tem saudade de você. Cuidado!

Você sabia que é especial para o diabo? não sabia? pois é, mas você é sim. Ele morre de saudade de você. Tenta poluir sua mente tentando te fazer lembrar como era “bom” a vida ao seu lado. Como era as noites de fim de semana. Ah! como era bom encher a cara, vomitar nas esquinas, dormir nas calçadas e todos os amigos achando graça…

Que mal havia nisso não é? O diabo sente tanta saudade de você que quando você dá mole pra ele, deixando de buscar Jesus e praticar a fé, automaticamente você deixa a porta da sua vida aberta para ele entrar… ou melhor, ele arromba trazendo mais 7 diabos piores que ele, para nunca mais te deixar.

Veja bem, eu disse 7 diabos piores que ele. Isso quer dizer que você já não vai mais apenas encher a cara nos fins de semana, mas também se drogar, se prostituir e ter uma vida arrasada em todos os sentidos, mesmo não gostando de bebida e drogas.

E pra alguns ainda tem o pacote, ele pode fazer você que já pertenceu ao tráfico de drogas, voltar e assumir o posto de Gerente! Olha que legal! E mais! Como Gerente, você terá 2 opções na vida, morrer numa operação policial ou viver como zumbi numa penitenciária. Ah! isso é demais não?

Vê como o diabo gosta de você… Tá sentindo ofendido(a) não! Não fica não! Ele gosta tanto de você… Ele te acha tão especial que a possibilidade de sair da sua vida após a sua entrada com mais 7 demônios piores que ele é nunca! Quando eu digo nunca é que ele vai ficar encostado na vida e na morte.É, sabe aquelas jovens que reclamam com Deus por um esposo?

Pois é o diabo chega no seu ouvido e diz: procura na internet, aí você procura e ele te manda um demônio em forma de gente, que te trata bem, vai na igreja com você, você sente desejo de convertê-lo(a), mas a carne não deixa, vocês vão se prostituir e ele vai dominar a sua vida e te levar pro inferno… ah! Eu esqueci, o inferno é aqui né?

Assim o diabo diz.Ah!

Desculpe aqueles que têm medo do diabo, ou aqueles que desejam abandonar a obra de Deus por não suportarem mais a rotina de Obreiro, Pastor, Membro, Esposa de Pastor, Bispo; Desses o diabo sente saudade e mais ele planeja seu retorno, começando com 7 diabos piores que ele e depois com uma legiões.Tá pensando que eu escrevi esse tópico pra te convidar pra ir na minha igreja?

Não, você já conhece o caminho. Se não conhece, escreva nos comentários que indicamos o endereço.

Ah! para os puritanos que acham que fazemos poesia com a palavra de Deus.

"E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra." Mateus 12.43-45


44 Então diz: "Voltarei para a minha casa, de onde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada."

45 Então vai, "e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má."