Últimos dias!!! O alerta

“...Vede que ninguém vos engane.” (Mateus 24.4).

Isto é cuidado! Vigiai! Protegei a vossa fé!

“ porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos.” (Mateus 24.5).

Já houve tempo em que muitos se auto-proclamaram o Messias. O desenvolvimento acelerado da Ciência e da tecnologia tornou o ser humano mais racional. Com isso, os “messias” foram minguando e tomando outras formas.

Não obstantes, o mesmo espírito enganador continua operando e promovendo todos os tipos de enganos. Novas doutrinas têm surgido no meio dos evangélicos, inclusive doutrinas que supostamente facilitam a entrada no Reino dos Céus.

E quem não teve um encontro pessoal com o Senhor Jesus, ou seja, não nasceu da água e do espírito, jamais vai conseguir discernir o falso do verdadeiro. Infelizmente estes são facilmente arrebanhados, manipulados e preservados para o lago de fogo.

“Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.” (Mateus 24.1-8)

É extremamente importante notar nesta mensagem profética o seu endereço: não foi dirigida aos fariseus ou escribas, muito menos aos incrédulos, mas especialmente aos discípulos. Pessoas fiéis e sinceras, que procuram andar de acordo com a palavra de Deus.

Os versículos não tratam da destruição do Templo reerguido por Herodes, mas apontam três períodos de tempo, os quais dizem respeito aos sinais da Segunda Vinda do Senhor Jesus.

O primeiro tempo está no versículo 6: “E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.”

A guerra entre os estados Unidos e o Iraque não é o fim. É bem possível que ela seja um sinal do princípio do fim, quem sabe se na mesma região onde teve início à humanidade, temos o início do fim dela? Mas que o tempo tratado nesta profecia se refere aos dias atuais disto não tenho a menor dúvida!

Durante toda existência humana, sempre se ouviu falar em guerras e rumores de guerras. Mas nas guerras de épocas passadas não havia qualquer risco para toda a humanidade.

As batalhas eram travadas em pontos isolados da Terra, e não tinham capacidade de atingir todas as nações, já que o poder de destruição das armas era limitado apenas àqueles locais.

Hoje há bombas de nitrogênio, além das atômicas, capazes de varrerem da face da Terra nações interias; há armas químicas, cujo poder de destruição é inimaginável; há armas biológicas, que disseminam doenças e enfermidades mortais, sem limite de ação.

Em outras palavras, se as armas estocadas forem colocadas em uso, a raça humana simplesmente será varrida da face da Terra. Por causa disso, a profecia não se aplica aos conflitos anteriores.

Quando os países membros da ONU, Organização das Nações Unidas, reúnem-se para tratar de assuntos de segurança, sabem perfeitamente dos riscos de qualquer conflito.

Por menor que seja uma guerra, hoje, há o perigo de se desencadear uma Terceira Guerra mundial e, conseqüentemente, a destruição da humanidade. Portanto, ao falar profeticamente em guerras e rumores de guerras, o Senhor Jesus está Se referindo diretamente ao nosso tempo.

“Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.” (Mateus 24.7-8)

O levantar de nação contra nação e reino contra reino diz respeito à Terceira Guerra Mundial.A partir do momento em que as nações ou reinos se levantarem entre si, não haverá mais paz em nenhum lugar do mundo. A terceira guerra mundial marcará o segundo tempo, ou a segunda fase do sinal da segunda Vinda de Nosso Senhor Jesus. Mas ainda não é o fim, apenas o princípio das dores.

“Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.” (Mateus 24.9-11)

É extremamente importante ter consciência dos fatos que acontecerão durante o princípio das dores. O Senhor Jesus adverte os seus discípulos com respeito às tribulações pelas quais eles passarão: “Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações...” (Versículo 9)

Durante o período de grande agonia da humanidade, imposto pela próxima guerra mundial, é certo que os verdadeiros cristãos serão colocados como bodes expiatórios. Eles serão acusados injustamente de promoverem o sentimento de culpa pelo pecado, as separações familiares, as discórdias com os demais religiosos, enfim, serão usados mil argumentos para a promoção da perseguição aberta.

Por enquanto, mudanças nas leis estão sendo trabalhadas, apara tentar impedir o crescimento do Reino de Deus. Aliás, esse mesmo ardil já tem sido promovido pela Babilônia. Não é à toa que uma nova Bíblia está sendo produzida, de forma a agradar “gregos e troianos”.

A história registra que, no tempo do Império Romano, verdadeiros cristãos foram feitos de bodes expiatórios para livrar a pele dos “Neros”. E os mesmos espíritos imundos daqueles tempos estão agitando nos “Neros” de hoje.

Chama atenção o fato de que além de os cristãos serem atribulados e mortos, eles também serão odiados de todas as nações, conforme o versículo 9.

Os verdadeiros discípulos do Senhor Jesus jamais serão bem-vindos em lugar nenhum do planeta. Claro! Uma vez que não pertencem a este mundo, não fazem parte das suas ignomínias, obviamente serão odiados por ele!

Na verdade, o nascido de Deus é como Abel. Sua vida no altar de Deus evidencia sua diferença daqueles que são como Caim. A inveja dos possuídos pelo espírito de Caim faz com que eles sejam perseguidos e assassinos dos nascidos de Deus.

“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todos as nações. Então, virá o fim.” (Mateus 24.12-14)

Uma vez os nascidos do Espírito, ou o sal da Terra, ou a luz do mundo, sendo caçados e mortos como animais, o mundo será plenamente possuído pelos espíritos imundo.

Os valores morais darão lugar às iniqüidades e o amor se esfriará de quase todos. Exceto daqueles que o Senhor mantiver no mundo, como última esperança.

É muito provável que o quadro aqui desenhado esteja iniciando, pois a multiplicação da iniqüidade já tem esfriado o amor de quase todos.

E o amor aqui tratado não se refere ao tão divulgado através de versos, prosas e canções. Trata-se daquele referido nos dois primeiros garndes mandamentos: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo.

O próximo é aquele que está próximo de nós.

Então virá o fim!

Últimos dias!!! As mulheres

Tamanha será a intensidade do sofrimento, que nem mesmo as mulheres grávidas e os recém-nascidos escaparão.

O Senhor chega a ponto de exclamar:
“Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mateus 24.19).

Ela estava sentindo na pele os sofrimentos pelos quais passam os seres humanos; afinal de contas, Ele era Deus encarnado. Sabia perfeitamente o sentido da dor física e espiritual humanas.

E quando Ele exprime a palavra “ai”, não está dando nenhuma conotação exagerada, pois aqueles dias serão marcados por gritos de dor.

Já na profecia apocalíptica, o apóstolo João relata com mais detalhes o que está reservado para a humanidade nos dias da Grande Tribulação .ele viu uma águia voando pelo meio do céu ,que dizia em grande voz: “...Ai! Ai! Ai! Dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!” (Apocalipse 8.13)

Observa-se que a resumida expressão profética do Senhor Jesus, “ai”, aparece multiplicada três vezes na profecia de João, pois Ele, agora glorificado, revela com maiores detalhes, por intermédio do apóstolo, o que estava dizendo em relação Às dores reservadas para os povos da Terra.

A expressão “ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem” dá uma idéia mais fúnebre do futuro breve, pois até as funções naturais da vida, que visam à garantia da continuação da espécie humana, servirão de obstáculos e serão motivos de pavor.

A referência certamente aponta para um período de fuga desesperada. Aliás, essa idéia de fuga alucinada é fortalecida em outros versos, caracterizando o contexto da Grande Tribulação. Mas como se identificará o seu início?

Bem, estes dias ainda nem chegaram e já se sente insegurança e medo, motivados pelos crescentes atos de terrorismo, mesmo em países do chamado Primeiro Mundo. Imagine então o ambiente mundial quando tais dias chegarem...

Creio que a expressão medonha desse “ai” seja um alerta significativo para a presente geração, especialmente para aqueles que planejam ter filhos. Se eu fosse contrair matrimônio hoje, sabendo da dor que está por detrás desse “ai” profético, jamais iria trazer filhos ao mundo!

O Senhor Jesus continua:
“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24.20-21).

A oração para que a fuga não se dê no inverno indica as dificuldades climáticas naquelas circunstâncias.

Alguém fugindo desesperadamente não tem tempo de voltar do campo para se agasalhar.

Numa fuga assim, não há tempo para juntar agasalhos e fazer malas. E como sobreviver n ófrio, sem abrigo? Além disso, as noites no inverno são prolongadas e muito mais frias. Portanto, a fuga no inverno somaria mais dor aos fugitivos naqueles dias.

Com respeito ao sábado, provavelmente se refere aos cristãos oriundos do judaísmo .Quando se convertiam a Jesus, os judeus naquela época mantinham entre seus costumes a guarda do sábado.

Assim sendo, em dia de sábado só podiam se afastar de suas casas menos de dois quilômetros. E como fugir nessas circunstâncias? Impossível!

O período da Grande Tribulação será o mesmo período da aliança com Israel: sete anos. Ao final dos primeiros três anos e meio, o anticristo romperá a aliança com Israel e se tornará governante mundial.

Então vai se declarar deus, profanar o Templo de Jerusalém, proibir a adoração ao Deus de Abraão e assolar Israel. Obviamente o período do anticristo será marcado pelo ódio satânico contra aqueles que não lhe pertencem.

É claro que, a essa altura, a Igreja do Senhor Jesus já terá sido arrebatada, pois o seu arrebatamento acontecerá antes do período infernal de sete anos. O que não significa o desaparecimento de cristãos de nome, nascidos da carne. Estes estão na condição das cinco virgens néscias: têm a lâmpada, isto é, o conhecimento do Senhor Jesus, mas não têm o Espírito Santo. O compromisso com o Senhor é apenas formal,às vezes por uma questão de tradição.

Vivem no pecado porque conservam a natureza pecaminosa. São então considerados como mornos ou frios. Com o arrebatamento, esse tipo de cristão será deixado para viver o período da Grande Tribulação. Durante esse período, muitos deles realmente se converterão e serão salvos. Mas terão de passar pelo batismo de fogo.

A melhor maneira de livrar-se das dívidas

Em alguns casos, negociar um novo parcelamento é uma boa alternativa.

A intensa euforia das compras se transformou em um carrossel de inquietações: como fazer para quitar os carnês, o cartão de crédito e tantas outras contas que foram feitas?

Na opinião de Roseli Garcia, superintendente de Produtos e Serviços do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), antigo SPC, da Associação Comercial de São Paulo, o caminho é sempre buscar uma negociação para a quitação da dívida com um desconto. “Normalmente, quem está endividado não tem disponibilidade de dinheiro, então, a busca de uma negociação com um novo parcelamento é a melhor alternativa.

O importante é que o consumidor, ao realizar essa renegociação, só assuma o compromisso se estiver certo de poder cumprir, para evitar incorrer no mesmo endividamento e voltar a ficar inadimplente”, explica.

Para renegociar
“Em geral, as empresas apresentam alternativas para o consumidor, oferecendo descontos e parcelamentos, dependendo da idade da dívida. O consumidor deve priorizar as contas que pode pagar e as prestações que podem ser pagas com a renda disponível. Mesmo que haja várias dívidas em aberto, o ideal é que se busque resolver a situação gradativamente, começando com as dívidas menores e depois negociando as de valor alto”, diz Roseli.

Cuidados
Na pressa de se ver livre das dívidas, o devedor pode acabar encontrando mais dores de cabeça ao procurar empresas que cobram para renegociar as contas. Roseli faz um alerta: “Desconfie de empresas que oferecem ajudas mirabolantes, elas podem estar enrolando o consumidor e não resolvendo o problema de fato.

Desconfie das super ofertas de descontos, ou das promessas de exclusão de nome sem o pagamento do débito, pois, ao invés de uma solução, o consumidor pode estar entrando em um novo problema. Além de não ter o seu nome excluído dos sistemas, perderá o dinheiro. Procure empresas sérias, com referências, para fazer esse procedimento.”

Devo para quem?
“Se a pessoa não sabe para quem está devendo, deve procurar o Serviço de Proteção ao Crédito munido de RG e CPF originais ou carteira de motorista. Lá há um setor de atendimento ao público onde pode consultar seu nome gratuitamente.

O SCPC se coloca ao lado do consumidor, oferecendo orientações para a regularização dos débitos. Se o consumidor sabe qual é a empresa, deve ir até lá e falar com a área de cobrança para a regularização da dívida”, indica Roseli.

O que pagar primeiro?
Em meio a tantas contas, o que pagar primeiro? Na opinião do advogado Lírio Gomes da Associação Brasileira de Amparo ao Consumidor (ABAC), “o cheque especial, que tem na atualidade a taxa de 9,12% ao mês deve ser pago primeiramente e de uma só vez. Em segundo, o cartão de crédito, que em algumas financeiras chega a ter juros de 21,36% ao mês. Dependendo da operadora, pode ser negociado e pago em algumas vezes”.

Para as demais pendências, a orientação é fazer um acordo administrativo. “Use como pagamento as férias e, se for no final do ano, parte do 13º e do salário.

Porém, se não trabalha e não tem renda, submeta ao crivo do judiciário todos os contratos assinados e requeira a tutela antecipada para limpar seu nome no SCPC (enquanto durar o processo), usando uma ação ordinária, para rever todas as dívidas. Pois enquanto a ação estiver em curso, o cidadão poderá juntar recursos financeiros para fazer frente em um futuro acordo. Em geral, todos os contratos têm capitalização de juros (juros sobre juros vencidos, não pagos e que são incorporados ao capital desde o dia do vencimento), o que, no jargão jurídico, chama-se anatocismo”, diz Gomes.

Nome limpo
A Associação Comercial de São Paulo alerta que depois de renegociar a dívida e pagar a primeira parcela, a própria empresa deve se encarregar de comunicar o Serviço de Proteção ao Crédito para a exclusão do nome do consumidor. Mesmo assim, exija sempre um documento que comprove a regularização da dívida.

Deus Existe: Entrevista com João Santos

O apresentador cheio de fé, determinação e otimismo.

Dizem que o baiano é bem-humorado e feliz, e João Santos não foge à regra. Nascido em Feira de Santana, no interior da Bahia, ele não deixou que as dificuldades o impedissem de visualizar um belo futuro. Aos 42 anos de idade, casado e pai de 2 filhos, o apresentador dos telejornais Record News SP, Hora News e Direto da Redação pelo canal Record News, e apresentador folguista do Jornal da Record, da TV Record, falou ao Portal Arca Universal das dificuldades que enfrentou, de como a sua fé lhe ajudou na caminhada e como consegue, mesmo em meio às tempestades, enxergar a vida com olhar de esperança.

Fale-nos de sua infância.

Meus pais eram operários e tenho mais três irmãos. Nasci em uma família simples. Aos 9 anos perdi o meu pai e aos 14 a minha mãe. Desde cedo eu queria trabalhar, e aos 15 anos surgiu a oportunidade em uma emissora de rádio da minha cidade. Sempre fui curioso por esse veículo de comunicação. O engraçado é que em minha casa nunca tínhamos tido um aparelho de rádio.

E a sua ida para a televisão como aconteceu?

Fui para Salvador trabalhar em rádio e uma produtora me chamou para um teste de vídeo para uma campanha eleitoral. Passei nesse teste, fiz a campanha e a minha imagem ficou forte em Salvador. Depois fui convidado para apresentar um telejornal na TV Educativa. Fiquei lá por 11 anos, até receber o convite para integrar o time da Record News em São Paulo, onde estou há quase 4 anos.

Você foi um garoto pobre, que sequer tinha um aparelho de rádio em casa, e hoje a sua imagem é vista em várias partes do mundo. Como você analisa isso?

Olha, as pessoas podem até achar piegas, mas é a fé que me move. Eu acredito muito em Deus. E essa fé não está em ação apenas nos momentos bons. Ela está, principalmente, nos momentos difíceis. E o que é ter fé? É acreditar. Eu passei muitas dificuldades. Morei em pensão. Cheguei a dormir em banheiros por não ter onde passar a noite. Sabe o filme “À procura da Felicidade”, com Will Smith? Me emocionei demais com ele, pois vi a minha vida retratada ali. Eu vejo o mover da mão de Deus na minha vida. Sempre fui muito confiante, muito otimista e tinha a certeza de que, na hora certa, tudo se reverteria ao meu favor. Então, quando olho para a minha vida hoje, só tenho o que agradecer a Deus por tudo o que Ele fez por mim.

Como manter o otimismo diante de uma realidade onde não se vê nenhuma premissa de que algo irá mudar?

Aí é que está a confiança. O acreditar, ter fé. É nas horas de dificuldades que devemos exercitá-la. E foi nesses momentos difíceis que mais procurei me alicerçar, ter base para seguir em frente. Quando tudo parecia obscuro, eu enxergava com os olhos da fé. Não é fácil, mas todos que têm uma história de vitória para contar vão citar que foi nesses momentos de dificuldades que mais aprenderam a ter fé.

Você ouviu muitos “nãos” no decorrer de sua carreira?

Quando eu comecei em rádio, ainda no interior da Bahia, muitas pessoas me disseram que eu não teria êxito, pois não tinha o perfil de um profissional de comunicação. Realmente, eu estava começando, não tinha qualidade, mas tinha vontade. No decorrer da minha vida também. Só que eu sempre valorizei o pouco que me davam e me dedicava para fazer daquele pouco o meu melhor. Eu sou obstinado, persistente e com fé. E jamais deixei que qualquer palavra de derrota entrasse em meu coração, porque eu sabia do meu sonho, sabia o que eu queria: eu queria vencer, dar uma vida melhor para a minha família.

Você é um profissional de comunicação e diariamente tem que lidar com vários assuntos. Como você analisa tantas notícias de violência, por exemplo?

Olha, a nossa sociedade está vivendo uma inversão de valores. Falamos da violência vista na tevê, mas ao nosso redor não fazemos nada para mudar. É preciso, antes de tudo, desarmar nosso espírito, respeitar o nosso semelhante. E esse respeito é ser educado, é dar um “bom dia”, é se colocar no lugar do outro, se importar com ele. Por outro lado, é preciso valorizar a família. A família está se desintegrando. Elas não se encontram, não se reúnem, não conversam. Até por conta da internet. Cada um chega em casa, come alguma coisa sempre com muita pressa e vai para a frente do computador. As famílias não conversam mais. Muitos se falam mais virtualmente do que pessoalmente. Infelizmente, a única coisa em comum que as famílias têm hoje é a chave de casa. Claro que oferecer conforto é essencial, mas o amor, o diálogo, o exemplo, é melhor do que tudo. Quem dá exemplo, quem conversa, quem demonstra afeto não sofre mais tarde.

Como você é com a sua família?

Sou casado pela segunda vez. Tenho um filho de 20 anos do primeiro casamento e um de 5 do meu segundo casamento. A escolha da pessoa com quem você vai casar é importante, porque é alguém que estará ao seu lado, te dando o ombro amigo nas horas de dificuldades e te incentivando com palavras para você seguir em frente.

Fazendo um retrospecto de sua vida, você se considera um vencedor?

Eu sou uma pessoa de muita fé. O que eu sou, de onde vim, onde eu estou. Claro que existe um sonho, uma vontade, uma determinação, mas se não fosse a mão de Deus, eu não teria conseguido. Deus cria condições para que as coisas aconteçam na sua vida. Eu me considero um vencedor por nunca ter perdido a esperança, nunca ter desistido, por sempre ter acreditado. É um orgulho a minha história, de quem passou por tantas dificuldades e conseguiu o seu lugar ao sol. Não dá para exemplificar essa sensação. Mas ainda tenho muitos sonhos. Estou sempre sendo renovado. Quando eu comecei em televisão me perguntaram quanto eu queria ganhar. Eu não tinha a mínima noção de quanto se ganhava e comecei a trabalhar sem definir o salário. Então, nunca coloque o seu sonho à frente do dinheiro. Muitas vezes o caminho para que aquele sonho se torne realidade pode não ter retorno financeiro, mas se você acredita nele, tem que continuar.

Já que em sua vida sonhos tornaram-se realidade, que recado deixa para os nossos internautas?

Que não desistam do sonho. Quem pode alimentar o sonho é você mesmo. Em alguns momentos, a gente tem que deixar alguns de lado porque existem coisas mais urgentes. Mas de vez em quando vá lá, tire a poeira, não deixe seu sonho adormecer. Não tenha sede de chegar ao pote. O importante não é a velocidade, e sim o primeiro passo. E à medida que for caminhando, se encontrar dificuldades, tire os olhos delas e foque no que você almeja.

Fonte: Arca Universal

As divinas propriedades do azeite

Além de servir muito bem para uso gastronômico, o azeite também têm muita utilidade no sentido espiritual, uma vez consagrado a Deus. O líquido gorduroso com que os hebreus estavam mais familiarizados era o obtido de azeitonas. As azeitonas pretas, bem maduras, forneciam o máximo de azeite, embora as ainda verdes produzissem o azeite de melhor qualidade. Depois de os frutos serem cuidadosamente apanhados das árvores, os raminhos eram separados e as folhas das azeitonas eram levadas para o lagar – espécie de tanque no qual se espremem certos tipos de frutos para transformar em líquido. A polpa da azeitona madura é constituída de azeite, que varia em qualidade, conforme o método de processamento da polpa. Primeiro, as azeitonas eram colocadas num pilão e trituradas até ficarem bem amassadas, ou, às vezes, eram pisadas. Em seguida, os frutos amassados eram transferidos para cestas coadoras, nas quais “sangrava” óleo até que se soltasse o azeite “virgem”. O azeite puro, batido, era estocado em jarros de barro e a polpa era levada para o lagar.

Alta e baixa qualidade

Um azeite de qualidade comum era preparado por meio da trituração das azeitonas em um pilão ou em um moinho manual. Depois que o azeite escorria da polpa, permitia-se sua clarificação em jarros ou em vasilhas de barro. O azeite da mais baixa qualidade era aqule extraído do bagaço num lagar de azeite depois da trituração. A massa triturada da polpa era compactada em cestos e empilhada entre as duas colunas verticais do lagar de azeite. Comprimia-se a pilha de cestos com uma alavanca com peso para retirar o azeite sob pressão, sendo ele, então, canalizado para grandes reservatórios para clarificação. Ali o azeite subia à tona, separando-se dos pedacinhos de polpa e da água abaixo dele antes de ser decantado e colocado em grandes jarros de barro ou em cisternas especiais para estocagem.

Principais características

O azeite de oliva, que é um alimento de alto teor energético e uma das gorduras mais digeríveis, era um dos principais itens de alimentação dos israelitas. Em muitos casos, ocupava o lugar da manteiga à mesa e também tinha fins culinários. Era o combustível comum das lâmpadas, e queimava-se “azeite puro de oliveira”, batido, nas lâmpadas do candelabro de ouro da tenda da reunião. Usava-se o azeite em conexão com as ofertas de cereais apresentadas a Deus. Como cosmético, era passado no corpo após o banho. Empregava-se também o óleo para aliviar contusões e ferimentos.

Referências bíblicas sobre o uso do azeite

Como alimento: “... e pães asmos, e bolos asmos, amassados com azeite, e obreias asmas untadas com azeite; flor de farinha de trigo os farás” (Êxodo 29.2; Levítico 2.15; 1Reis 17.12 e Ezequiel 16.13)

Usado figuradamente: “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unge-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda” (Salmos 23.5). “Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros” (Salmos 45.7).

Para ungir: “Então, tomarás o óleo da unção e lho derramarás sobre a cabeça; assim o ungirás” (Êxodo 29.7). “Tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e o beijou, e disse: Não te ungiu, porventura, o SENHOR por príncipe sobre a sua herança, o povo de Israel?” (1Samuel 10.1)

Aplicação como remédio: “Desde a planta do pé até a cabeça não há nele cousa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo” (Isaías 1.6). “...expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo- os com óleo” (Marcos 6.13; Lucas 10.34; Tiago 5.14 e Apocalipse 3.18)

Símbolo de prosperidade: “Prosseguiu Jó no seu discurso e disse: Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava! (...) quando eu lavava os pés em leite, e da rocha me corriam ribeiros de azeite” (Jô 29.1;2;6). “... Bendito seja Aser entre os filhos de Jacó, agrade a seus irmãos e banhe em azeite o pé” (Deuteronômio 33.24). Nesta ocasião, Moisés ministrou a bênção para a tribo de Aser, indicando que ela usufruiria bênçãos materiais.

Jejum: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6. 17-18).

Libertação: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados...” (Isaías 61.1).

Para lâmpadas: “Ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente” (Êxodo 27. 20); Levítico 24.2 e Mateus 25.3.

Solidão

Que sentimento é esse?

Embora estejamos conectados o tempo inteiro, ligados 24 horas à tecnologia, falando com milhares de pessoas ao redor do mundo, chega uma hora em que nos sentimos sozinhos, desamparados. É a solidão. Mas que sentimento é esse que se apossa sorrateiramente do coração, deixando o mundo acinzentado e sem nenhuma premissa de esperança?

“A solidão é um sentimento que nos remete ao ato se sentir e perceber só, independentemente de quantas pessoas nos cercam e de quais funções e importância elas constituam em nossa vida”, diz Alexandre Bez, psicólogo especializado em Relacionamento pela Universidade de Miami, na Flórida, Estados Unidos.

Ele diz que embora todos nós nos sintamos sozinhos de vez em quando, em algumas pessoas essa característica pode ser mais forte. “Há pessoas que podem apresentar a característica de depressão em sua personalidade, de tristeza, de insatisfação pessoal em seu interior, direcionando-se ao isolamento, porque já constitui a solidão como um traço de seu temperamento. A pessoa até sente vontade e um certo desejo de sair dessa solidão , mas não tem condições emocionais para isso”, acrescenta.

Muitos associam a solidão a fatores externos, mas, ela é desencadeada por outros sentimentos negativos, na visão do especialista: “Muitas pessoas associam a solidão ao fato de não ter um relacionamento afetivo, mas esse sentimento acomete pessoas de todos os estados civis e idade. É um vazio e há que buscar a cura, pois a solidão, assim como uma enorme gama de sentimentos, parte de dentro para fora e não ao contrário. Por isso, é inútil procurar nas pessoas um antídoto para ele. Pois quanto mais buscarmos nas pessoas que preencham esse vazio, mais só ficaremos, pois é um processo psicoemocional.”

Como amenizar o problema?

Na visão do psicólogo, em primeiro lugar é preciso descobrir a causa da solidão. “Se é medo, desilusão, timidez, comportamento introvertido, entre outros. Descobrindo essa causa, ficará mais fácil o tratamento. Quanto mais forte emocionalmente e preparado psicologicamente, o individuo for, menos ele sofrerá com os efeitos da solidão conseguindo administrá-los e praticamente ignorá-los, sem ter que tentar preencher esse espaço vazio com pessoas ou objetos.”

“Não sei mais o que é esse sentimento”

A estudante Cleide Sales soube bem o que é solidão. “Desde pequena tive problemas familiares. Meus pais se separaram quando eu tinha 12 anos de idade. Minha mãe trabalhava fora e eu ficava sozinha em casa tomando conta do meu irmão, que na época era um bebê. Como eu era muito nova e com muitas responsabilidades, fui me tornando introspectiva e isso desencadeou um sentimento de solidão. À medida em que eu ia crescendo, essa solidão só aumentava. Tornei-me uma pessoa independente, comecei a trabalhar, mas cada vez mais me tornava dependente desse vazio que havia em meu peito, que era constante em minha vida. Sentia falta de amigos, família, achava que a minha mãe não tinha tempo para mim. Eu chorava muito e perguntava para Deus por que eu me sentia tão só? O que faltava em minha vida? De que forma eu poderia acabar com aquele vazio?

Foi então que me voltei para Deus. Tomei a decisão de que não poderia viver amargurada e presa no meu mundinho. Olhei para o céu, abri o meu coração para que Deus fizesse morada. Hoje, não sei mais o que é esse sentimento. E se vez por outra eu me sentir triste, o que é normal em todo ser humano, eu fecho meus olhos e busco a presença de Deus. Peço para ele visitar meu coração e logo vejo a alegria de volta ao meu ser”, diz ela.

Últimos dias!!! A fuga

“Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” Mateus 24.16-19

Esta parte da profecia destaca a fuga desesperada que está para ocorrer naqueles dias. A fúria do anticristo se derramará em especial contra cristãos e judeus sinceros.

E, como das vezes anteriores, quando Jerusalém foi invadida e seus moradores foram cruelmente assassinados – as mulheres foram estupradas antes de serem mortas – de forma pior fará o anticristo em todo o mundo.

Por isso, na idéia geral de fuga, o Senhor Jesus focaliza as mulheres grávidas e as que amamentam, a tentativa de escapar fugindo para os montes, pelos eirados...

Naquele tempo era possível fugir pelos telhados, sem descer ao solo, porquanto as casas eram construídas próximas umas das outras, e seus telhados eram planos. Era até mais conveniente, na fuga, usar essa parte superior das casas, que podemos comparar a terraços.

"A profecia faz lembrar a fuga de Ló com sua família, antes da destruição de Sodoma e Gomorra" (Gênesis 19).

Naquela oportunidade o anjo o pressionou, para que fugisse depressa.

O Senhor Jesus menciona ainda um costume da época, para mostrar a gravidade da situação sob a ira do anticristo: “quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.” (Mateus 24.17-18).

É que devido ao intenso calor daquela região, era costume o trabalhador no campo usar apenas as vestes interiores. A capa, ou túnica, ficava em casa. Nosso Senhor adverte que, nesse caso, as pessoas não deveriam voltar em casa, em busca da capa, porque correriam o risco de perderem a vida.

Não se deve esquecer que a profecia é endereçada aos verdadeiros seguidores do Senhor Jesus. E quem faz parte deles não pode jamais colocar em risco a vida eterna por causa da vestimenta exterior. A vida interior não pode ser colocada em risco por causa da vida exterior.

Últimos dias!!! A vinda do anticristo

O apóstolo Paulo, em seguida, diz o porquê de o anticristo ainda não ter se manifestado: “E, agora, sabeis o que o detém, para que seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém” (2 Tessalonicenses 2.6-7)


O anticristo está detido e será revelado no devido tempo. Enquanto aguarda a ocasião própria da sua manifestação, ele dá prosseguimento ao trabalho de iniqüidade. É o que se tem visto em larga escala nestes últimos tempos.

Mas Alguém tem detido o anticristo! Alguém que Se afastar deste mundo para o seu surgimento. Este Alguém é o Espírito Santo!

Em outras palavras, enquanto o Espírito de Deus estiver agindo no mundo, isto é, nos corações dos verdadeiros seguidores do Senhor Jesus, o anticristo não tem nenhuma chance de atuar pessoalmente.

Por outro lado ,quando do arrebatamento da Igreja, o Espírito Santo também deixará este mundo. Aí sim! O anticristo surgirá e se estabelecerá “no lugar santo”, conforme a profecia do Senhor Jesus.

Mulheres da Bíblia: A mulher hemorrágica

Mesmo sem forças, ela enfrentou uma multidão para tocar nas vestes de Jesus e ser curada.

A Bíblia conta a história de uma mulher que havia 12 anos sofria de uma hemorragia. (leia Marcos 5:25-34).
 
Não sabemos o seu nome, mas o seu testemunho perpetua há gerações e tem servido para que outras pessoas também creiam no poder de Deus.

Na época de Jesus, as pessoas seguiam costumes do tempo de Moisés. Neles estava explícito que durante o período menstrual as mulheres tinham que ficar num lugar à parte da sociedade, sozinhas, ou somente com outras mulheres. Quem lhe tocasse seria considerado imundo.

Sofrendo de hemorragia há 12 anos, ela padecera nas mãos de vários médicos, gastara tudo que podia, sem, contudo, obter a cura. Ao contrário, ficara ainda pior.

Mas quando ela ouviu falar de Jesus e de seus milagres não teve dúvidas. Precisava encontrá-Lo. E se apenas tocasse em suas vestes tinha certeza de que seria curada.

Ela rompeu com velhos costumes, que não estavam fazendo diferença em sua vida, e foi em busca de seu milagre.

Com um propósito no coração de que se apenas encontrasse com o Mestre seria curada, ela misturou-se à multidão e tentava a todo custo chegar perto de Jesus. Ela estava sem forças, afinal, há muitos anos sofria com uma hemorragia que devia deixá-la debilitada.

Será que conseguiria chegar perto de Jesus?

Mas a fé faz coisas inacreditáveis. Ela nos impulsiona, nos faz ir além. E movida pela fé, aquela mulher encheu-se de coragem, enfrentou a multidão, tocou nas vestes de Jesus e imediatamente foi curada.

“Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?” (Marcos 5:30)

Reflexão

Jesus está esperando que toquemos em suas vestes. Não importa a multidão. Basta agirmos com fé, que na hora o milagre acontece.

A última esperança daquela mulher era Jesus. Você já depositou a sua última esperança nas mãos Dele?

A mulher do fluxo de sangue estava sem forças. Saiba que Deus conhece as nossas fraquezas. Ele até diminui o passo, muitas vezes, para que o alcancemos.

Dá tempo de deixar para trás velhos costumes e se lançar com toda fé diante de Deus. De tocar em suas vestes e só sair de lá com a bênção.

E que assim como aquela mulher, você também possa ouvir: “... Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.” (leia Marcos 5.34)